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CASO DE POLÍCIA

O futebol paraense, este ano, tem apresentado fatos do “arco da velha”.
Primeiro, escandalosamente, o TJD-PA anula punições de Athos e Guga, e o juiz-auditor Hamilton Gualberto, afirma com todas as letras: “Vão passar vergonha no RJ”. E já passaram.
Presidente Jeff Lauder, informa que irá “arrumar a casa”.
Sem exageros, naturalmente, mas recheado de razão no que apresentarei neste texto, posto que “não se desmantela um homem, sob interrogatório, passando pelo inferno, sem lhe prometer o céu”. Excerto de Morris West, em “As Sandálias do Pescador”, diz muito bem o que se passa com o árbitro paraense Marcos José Soares de Almeida, 35.
“Marquinho”, como é conhecido, e um outro apitdor estão sendo acusados de “operarem” o Vila Rica, em jogos da segundinha.
Contratado pelo Antônio Sérgio Araújo Nascimento, “Ventania”, presidente do Vila Rica, advogado Marco Antônio Pina e, com provas (sprints, sonoras e vídeos), reuniu à tarde de terça-feira, 1, com o alto comando da Federação Paraense de Futebol – FPF – e denuncia os árbitros.
Fernando Rodrigues Castro, presidente da Comissão de Árbitros, informa que uma comissão foi criada pelo presidente Ricardo Gluck Paul para iniciar processo apuratório em busca da verdade, dentro da transparência, dando direito aos árbitros de se defenderem, o que acontecerá na tarde desta quinta-feira, 3.
Insisto em falar com Marquinho, que não atende meu chamado, mas pessoa ligada a ele diz que “está arrazado, que vai à FPF prestar esclarecimentos, e ao saí da Casa do Futebol se dirigirá à DP do Guamá e registrar BO contra quem o chamou pelo celular”.
Eis o fato que gerou a polêmica: Quando se conheceu a escala da arbitragem do jogo Vila Rica e Santa Rosa (SR 1 a 0 VR), “Marquinho” foi chamado pelo “uatizap” por desportista que lhe desejou bom trabalho à frente do jogo e que se precisasse de algo, que estaria a disposição para servi-lo”. “Marquinho desligou o telefone.
Ao chegar no CEJU – Centro da Juventude -, local do jogo, árbitro Marco José Soares de Almeida, antes da partida, comunica ao chefe da arbitragem, Olivaldo Moraes, o conteúdo do “estranho” telefonema, e Olivaldo, confiando na honestidade do árbitro, ordena que vá ao centro do gramado e dê o jogo. “Você vai comandar a partida”, disse Olivaldo.
Este fato chegou ao conhecimento do alto comando da FPF.
É difícil compreender a alma humana, porque de onde não se espera é de lá que vem…
É o que há!
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