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AMOR E NATUREZA

Depois de passar 5 dias abraçando e sentindo o cheiro de meu “deus”, em Macapá, agora, por algumas horas, estou num paraíso.
Igual a um eremita, isolo-me no silêncio, na solidão e na escuridão da mata virgem pra contemplar o meu DEUS, que é rico, poderoso e festeiro.
Ele não quer o meu dinheiro. Quer minha gratidão por tudo quanto tem me dado. Só tenho a agradecer.
Ouvindo os surros da mata, o cantar dos passarinhos, toco no meu coração com a mão direito e peço que ele não pare de bater, porque a minha geração está passando.
No momento que acaricio meu coração, um “toque” me desperta para que eu revele quais os livros que me despertam a curiosidade.
São tantos, mas destacarei 2: a Bíblia e o Bhagavad-Gita.
“Os sentidos funcionais são superiores à matéria inerte; a mente é superior aos sentidos; a inteligência é ainda mais elevada que a mente; e a alma é mesmo, mas elevada que a inteligência”, diz o épico indiano. Adoro o texto.
Da Bíblia, saco alguns que me fazem fazer reflexões minudentes diárias, embora seja deísta, a leio como monumental compêndio de sabedoria.
“Deleita-te no SENHOR, e Ele atenderá os desejos do seu coração…” (Salmos 37:4-5).
“Acima de tudo, guarda o seu coração, pois dele depende toda a sua vida”. (Provérbios 4:23).
“Com homem não te deitarás como se fosse mulher, abominação é” (Levítico 18).
Minha opinião: Deus não criou Adão e Ivo e sim Adão e Eva. Espero que os “cuístas” não me processem.
“Seja quente ou seja frio. Não seja morno, senão te vomito”. (Apocalipse 3:16). Sensacional!
E o mais ardente sobre o verdadeiro amor:
“O amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o conhecimento passará. Pois em parte conhecemos e em parte profetizamos; quando, porém, vier o que é perfeito, o imperfeito desaparecerá. Quando menino, falava como menino, pensava como menino e racionava como menino. Quando me torneio homem, deixei para trás as coisas de menino. Agora, pois, vemos apenas um reflexo obscuro, como um espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma com que sou plenamente conhecido. Assim, permanecem agora estes três: a fé, a esperança e o amor. O maior deles, porém, é o amor.”
Neste último texto do ano, com amor fraternal, agradeço aos magnânimos “Epafroditos” que me socorreram em 2022.
Raimundo Feliz, Zezinho Alírio, Dr. Diego Pacheco, Adélcio Torres, Bira Lima, Patrik Castelo Branco, Felipe Fernandes, deputado Zeca Pirão, Roger Aguilera, Maurício Ettinger, Didi (Ver-o-Peso), Floralinda, Dr. Henrique Lobato. “Obrigadinho”, pelas cestas básicas, dinheiro, leito e cirurgia de graça.
É o que há!
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