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CORRENDO CONTRA O TEMPO

PARAZÃO/23 começa dia 21, sábado, no Baenão, CR e Independente.
22, na Curuzu, PSC e Bragantino. Neste mesmo 22, na Cidade Modelo, o Castanhal receberá Águia de Marabá.
Portanto, os dois clubes – Bragantino e Águia – estão no campeonato de forma extemporânea, ou seja, não deveriam participar da competição se houvesse julgamento correto do Tribunal de Justiça Desportiva do Pará.
Jogadores Guga e Athos jogaram pelos dois clubes, em 2022, e foram julgados em 2021 e não cumpriram às suspensões.
Em julgamento em 12 de abril do ano passado, Hamilton Gualberto, à época juiz-auditor, disse em plenário: “Vocês vão chorar no Rio de janeiro”.
Em detrimento de Paragominas e Amazônia, Águia e Bragantino não perderam pontos e estão na competição deste ano graças a inoperância da justiça desportiva.
Paragominas corre contra o tempo para não iniciar o PARAZÃO dia 21.
Contratado pelo Paragominas, advogado carioca Marcelo Jucá, nesta segunda-feira, 9, entrou com ação no Superior Tribunal de Justiça Desportiva – STJD -, com sede no Rio de Janeiro, solicitando ao órgão da justiça superior do futebol brasileiro que o Campeonato Paraense de Futebol Profissional não inicie no dia 21, sem que o STJD dê solução para o imbróglio.
Time do Município Verde, além de tentar “melar” o início do Campeonato, deseja que o BANPARÁ e a FUNTELPA não repassem as cotas financeiras aos 12 clubes sem antes decisão do STJD.
Isso me faz lembrar padre Vieira: “Se no passado se vê o futuro, e no futuro se vê o passado, segue-se que no passado e no futuro se vê o presente, porque o presente é o futuro do passado, e o mesmo presente é o passado do futuro”.
O futebol paraense está recheado de gente que no coração há inquilinos morando lado a lado: Adolf Hitler e Madre Tereza.
Além, é claro e sabido, de ladinos e corruptos que gozam do dinheiro fácil e sujo.
É o que há!
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