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EXPECTATIVA

Há tempo que o PARAZÃO é um tema mal resolvido.
Nada a ver com a Federação Paraense de Futebol, a gestora, mas a falta de estrutura dos clubes, porque os cartolas sonham com às “pacoteiras” do BANPARÁ e da FUNTELPA.
No momento em que a Casa do Futebol contrata escritório de advocacia para mudar o estatuto da entidade, que tal inserir na “carta” a obrigatoriedade dos clubes terem elementos essenciais para participarem da principal competição esportiva do Estado?
Há tempo já é assim na Federação Baiana: só participam do Campeonato da Boa Terra clubes que apresentam laudos técnicos dos seus estádios.
Ainda bem, que nestes tempos obtusos, a FPF dispõe de um técnico de mão cheia, Del Filho, o comandante do Departamento Técnico da FPF.
“Colosso do Tapajós”, em Santarém em reforma, e o governo garante que somente em 2024 o estádio reabrirá portões.
“Parque do Bacurau”, em Cametá, está em reforma; o da Cidade Modelo, também, em obras, em Ipixuna, o estádio municipal, não abrirá portões para o jogo São Francisco e Caeté.
Castanhal receberá o Águia, no seu CT, na zona urbana da Cidade Modelo, e Itupiranga e TLB, no “Jaime Sena Pimentel”, de portões fechados.
Tapajós e Cametá, 24, na Curuzu, à tarde.
Del dá o jeito. Até quando?
E como se não bastasse a falta de campos, vivemos a expectativa dos torós que desabam no Pará nesta época, e, os “gramados” se transformarem em pastos, e aí depende das sensibilidades dos árbitros – dando ou não condições de jogo; e a ameaça do Paragominas, com ação no STJD, para não iniciar o PARAZÃO, no dia 21, sábado, com o jogo CR e Independente, no Baenão.
Curuzu, Baenão, Vila Olímpica, “Rosenão”, em Tucuruí, estão aptos a receberem jogos. Mangueirão a partir de 19 de março.
Como o Cametá fará os dois primeiros jogos fora do seu reduto, o “Parque do Bacurau”, segundo o radialista Paulo Damasceno, o estádio estará à disposição da FPF a partir da terceira rodada do Campeonato.
É o que há!
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