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EXPLOSIVO, MAS ÓTIMO TÉCNICO

Não à toa, Abel Ferreira é o mais bem pago técnico do futebol brasileiro, com 6 títulos ao comando do Palmeiras, e o respeitado reportório tático de quem fica de cócoras à beira do gramado e de repente explode, chutando microfones de emissoras de TV.
No jogo em que ganhou do Flamengo por 4 a 3, conquistando a Supercopa (campeão Brasileiro, Palmeiras vs Flamengo, campeão da Copa do Brasil), Abel, no primeiro tempo, meteu Dudu e Piquerez sobre o lateral direito Varela, que não foi ao ataque.
Flamengo lento, morno, errando passes e meio-campo sem criatividade.
Inobstante, melhor em campo, Palmeiras foi injustiçado com a marcação de penalidade sofrida por Arrascaeta, que antes fizera falta em Zé Rafael, e o “Vá, vé, vi, vó, vu” … nada viu.
Gabigol, 1 a 0 Flamengo.
Individualmente e coletivamente, Flamengo morto, com Everton Ribeiro parado; Velho Davi Luiz pesado, e o Palmeiras em velocidade ameaçava, chegou e virou o jogo no primeiro tempo: Rafael Veiga, aos 37, 1 a 1, e Gabriel Menino, 2 a 1 Palmeiras.
No segundo tempo, jogaço, com o Flamengo voltando aceso e empatando a partida em 2 a 2, aos 5’, com Everton Ribeiro metendo de 3 dedos entre os zagueiros para Gabigol.
A partir daí: jogo lá, jogo cá, com Flamengo e Palmeiras proporcionando ótimo espetáculo, e o Verdão pulando à frente em cobrança de penalidade, em jogada de Endrick: 3 a 2, Rafael Veiga.
Pedro, que até então morto em campo, mostra que é gênio da pequena área: de calcanhar deixa zaga e goleiro Weverton parados: 3 a 3.
Gabriel Menino em jogada de falha de cobertura da zaga rubro-negra consagra o título da Supercopa: 4 a 3.
Nem no coletivo e no individual, Flamengo não convenceu: Confuso no meio-campo, e, se não melhorar, o sonho do mundial já era.
Wilton Pereira Sampaio, francamente, é uma tristeza como “apito” Fifa. (Foto: Google)
É o que há!
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