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PAPO RETO: “VAMOS À JUSTIÇA”

Minha mãe, em Macapá, dizia que em algumas ocasiões o “justo paga pelo pecador”.
E, às vezes, o justo não mia, nem pia, preferindo o silêncio, acreditando que o “tempo é o senhor da razão”.
À tarde de quinta-feira, 2, fui à Curuzu e, na cercania, saboreando um “gatinho”, advogado militante do direito esportivo, se aproxima e diz: “Zeca, o Hamilton não vai deixar barato. Tô te dando a dica”.
No meu celular chega à portaria do presidente do STJD, Otávio Noronha, em que sacramenta o descrédito que a corte superior impõe ao TJD-PA.
Os membros do Tribunal estão impossibilitados de exercer atividades nos processos do futebol profissional do Pará.
Bem pouco conheço advogado Jeff Lauder, presidente do Tribunal de Justiça Desportivo do Pará, mas o vice-presidente, Hamilton Gualberto, que é jornalista diplomado, eu conheço: não é de calar diante de temas complicados da área desportiva. Conhece a fundo.
Pelo celular, Hamilton disparou num papo reto comigo.
“Não posso abandonar o presidente em momento complicado, muito menos a corte. Estamos reunidos analisando às razões, porque todos nós fomos ofendidos de ‘cínicos e debochados’. Vamos provar que os prazos foram suspensos em razão do recesso da justiça. Todo mundo foi ofendido. Estamos pensando em ir à justiça, porque fomos ofendidos por membro do STJD. Estamos silentes pra fazer a coisa com segurança”, pontuou o vice-presidente do TJD-PA.
Tudo que publiquei, neste “condomínio”, foi embasado no que disse o relator Jorge Ivo Amaral, e minha opinião é que o “TJD-PA não merece o consagrado advogado Hamilton Gualberto, pela sua história como decano do direito esportivo”. E mais: “Vocês vão chorar lá no Rio de Janeiro”, quem preconizou foi você, Dr. Hamilton Gualberto, em sessão em abril do ano passado.
Quanto ao Dr. Jeff Lauder, presidente da corte, está pagando por ser fiel a quem deveria fazer o que não fez.
É o que há!
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