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PRESENTÃO

Nos 118 anos do CR, Mimica presenteou o Filho da Glória.
Glória que começou com o Baenão teitei da “Fenômeno Azul”.
Azul que não soube explorar o espaço de Martony e Mimica.
Mimica que entregou a rapadura de mão beijada aos 13’ para Soares fazer 1 a 0 CR.
Remo lento na saída de bola, mas controlando os espaços.
Espaço pelo lado esquerdo do ataque do Galo Elétrico com Alqueraz indo ao fundo, e o Remo explorando às costas com Richard Franco.
Franco com autonomia pelo setor direito remista prevaleceu às subidas levando perigo ao gol de Gauther.
Este não saiu em bola oriunda de escanteio, Mimica soca, covardemente, Ícaro, árbitro Marcos José em cima do lance, expulsa o velho zagueiro e marca falta.
Falta antes, que o árbitro “não viu” do jogador Raí empurrando jogador do Independente.
Independente que ficaria sem Mimica, mas teria falta ao seu favor.
A favor do Remo, Muriqui cobrando penalidade e elevando o placar para 2 a 0.
2 a 0 no placar, Remo controla o jogo, e vai pro vestiário despreocupado.
Despreocupado e lento, Remo tem posse de bola, e o Galo repõe a zaga com Cleberson no lugar do atacante Jeferson, e forma duas linhas de 4.
As linhas azulinas são avançadas e o Independente se defende, mas estocando pelo lado direito.
Por este lado, Lê Santos dá traço em Raí, e cruza para Flávio Baia diminuir o placar.
Placar que poderia ser igualado, aos 29, se Magno não desperdiçasse a jogada mais real de gol.
Gol de alento do Remo que Muriqui fez aos 34’, estabelecendo vitória de 3 a 1 sem sofrimento.
Sofrimento é ver o nosso futebol com velhos zagueiros sem reflexos e mobilidades de um lado como do outro.
É o que há!
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