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VEXAME LÁ E CÁ

Time de futebol se apoia em 4 pilares: técnico, tático, físico e emocional.
Time do Flamengo, que não ganhou do Madureira e vem se arrastando no Carioca, se perdeu diante do Al Hilal nos constantes erros de passes (primeira função do futebol); tático (Vitor Pereira não passa conhecimento); pregado em campo no segundo tempo (físico) e o fracasso foi no emocional.
Ao final da partida, jogadores do Flamengo foram pra cima do árbitro Istvan kovacs culpando-o pela derrota de 3 a 2 para o time saudita.
Árbitro não teve culpa se os atletas rubro-negros se perderam no emocional: Gerson simulou falta pensando na penalidade, e levou amarelo. À toa.
A marcação da penalidade, aos 4’, de Matheuzinho sobre Vietto, foi marcada corretamente, e Salem cobrou e faturou: 1 a 0.
“Morto” Gabigol, goleiro Al Mayof não sujou uniforme, pois o time brasileiro não chegava na área tocando a bola, e foi do inteligente Pedro o gol de empate: 1 a 1, aos 19’ dando alento à imensa torcida rubro-negra.
Gerson, que já tinha amarelo, pisou no pé de Vietto e o árbitro o expulsou corretamente e marcou a segunda penalidade: 2 a 1 cobrando Salem.
Sem saber o que fazer diante do fracasso físico do meio-campo flamenguista, Vitor Pereira muda Arrascaeta (andando em campo) pelo volante Erick Pulgar; o velho Vidal no posto de Maia, e Everton Cebolinha no lugar de Everton Ribeiro. Não federam e nem cheiraram.
Tocando a bola, time de Ramón Díaz chegou ao terceiro gol em lance do melhor em campo: argentino Vietto.
Já nos descontos, o ótimo Pedro descontou para 3 a 2. Já era tarde.
Jogador brasileiro que vai pra Europa e volta depois de alguns anos, é “roubo”, ou então vai pra o futebol do Oriente Médio.
Se o Flamengo dá vexame em Marrocos, por aqui CR e PSC cheiraram na “vara do batista” ficando de fora da Liga Forte de Futebol (LFF), enquanto que Figueirense, Náutico, Brusque, CSA e Operário/PR (série C) figuram entre os integrantes da nova liga nacional.
Falta-nos representatividade.
É o que há!
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