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NAS COXAS

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A segundinha foi realizada nas coxas.

Estádios sem laudos técnicos dos órgãos competentes não existiram e, mesmo assim, alguns jogos foram efetivados.

Como o Brasil é o país das coisas males resolvidos, a ideia que me passa é que o PARAZÃO está sendo realizado no vai da valsa.

Art. 23 da Lei 10.671, de 2003 (Estatuto do Torcedor) é claro: “A entidade responsável pela organização da competição apresentará ao Ministério Público dos estados e do Distrito Federal, previamente à sua realização, os laudos técnicos expedidos pelos órgãos e autoridades competentes pela vistoria das condições de segurança dos estádios a serem utilizados na competição”.

Dos laudos: técnico da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros, da Vigilância Sanitária do município e laudo de engenharia dos estádios.

Pois bem: do Eliércio Santino recebo vídeo que ilustra este texto, de uma senhora dizendo da “vergonha” que é o estádio “Ipixunão”, na cidade de Ipixuna, a 240 km de Belém, via BR-010, sem banheiros femininos.

Munícipe Osvaldo Belarmino, ouvinte do SHOW DA CIDADE, da Rádio Marajoara, remista, que estava no “Ipixunão”, assistindo São Francisco 0 x 1 CR, manda dizer que o estádio não tem placar, sistema de som e nem catracas nos portões, então, como foi liberado pelo Ministério Público?

PARAZÃO inclusivo é de faixada! Quais estádios, em Belém, e no interior, têm acessibilidade para portadores de necessidades especiais?

É melhor rasgar o Estatuto do Torcedor.

Com a palavra o Ministério Público do Pará, órgão fiscalizador da lei.

É o que há!

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