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CRIME ORGANIZADO SE INFILTRA NO FUTEBOL

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“Saite” da Fifa indica que há no Brasil 656 clubes de futebol profissionais.

CBF – Confederação Brasileira de Futebol – informa que há 30 mil atletas registrados, profissionalmente.

Desses 30 mil jogadores, 84% ganham 500 dólares por mês (dois mil reais, no câmbio atual); 2% recebem, mensalmente, 6 mil dólares (24 mil reais).

Por ano, segundo a Fundação Getúlio Vargas, o futebol brasileiro movimenta R$ 16 bi.

Atualmente, no Brasil, há 13 “locomotivas”: Atlético-MG, Cruzeiro, Flamengo, Vasco, Botafogo, Fluminense, Palmeiras, São Paulo, Corinthians, Santos, Athletico-PR, Internacional-RS e Grêmio.

Emergentes (que vivem no sobe e desce): PSC, CR, Fortaleza, Ceará, Goiás, Atlético-GO, Vila Nova, Náutico, Santa Cruz, Sport recife, Bahia, Vitória, América-MG, CSA-AL, CRB-AL, Guarany, Ponte Preta, Paraná, Coritiba, Joinvile, etc.

A cada ano, mais times de futebol surgem no cenário brasileiro, e, se assim continuar, não haverá mais campeonatos que acomodem tantos times de futebol.

Há bem pouco tempo, a pedido da FIFA, a INTERPOL, a polícia internacional, com sede em Lyon, na França, voltou seus olhos para a manipulação de resultados dos jogos de futebol, que é um “crime sem vítima”.

No Brasil, o jogo mais popular do mundo está nas antenas das máfias do jogo do bicho, do contrabando, da venda de drogas, de armas e da prostituição, que se voltaram para dinheiro fácil, ou seja, a formação de plutocracias, “comprando” alguns jogadores e, às vezes, árbitros a fim de facilitarem o resultado que está sendo mais cotado nas bancas de apostas.

E cada vez mais, “banqueiros”, jogadores e apostadores viciados em dinheiro fácil, que não tem vítima.

A ânsia é tão grande pelo enriquecimento que se aposta escanteio, lateral, cartões amarelos, vermelhos, minutos de acréscimos, primeiro gol, vitória, derrota, enfim, tudo que possa ocorrer numa partida de futebol.

Ano passado, em Macapá, pela D do Brasileiro, Trem e Náutico-RR, Marcelo Pereira, cartola do clube roraimense, após o jogo, foi numa DP e registrou BO acusando que houve “venda do jogo”, por não acreditar na goleada que seu time tomou de 10 a 2.

Por aqui, Victor Andrade (CR) e Mikael (PSC) foram expulsos de campo sem quê, nem pra quê e, após esses “mememe”, times afundaram…

Agora, o MP de Goiás comanda a Operação “Penalidade Máxima” contra grupo suspeito de “fabricar resultados” de jogos da série B, do ano passado, a fim de auferir “pacoteiras” de alto valor, em jogos de Vila Nova x Sport, tombense x Criciúma, Sampaio Correia e Londrina, pagando jogadores para “fabricarem” penalidades máximas nas partidas.

Dois atletas são alvos da operação, um teria emprestado a “própria conta para fazer transferências de valores a outros jogadores”.

O crime organizado deixa de lado tráfico de drogas e de mulheres, venda de armamento pesado, contrabando, jogo do bicho, para se infiltrar no mundo do futebol.

Como se não bastassem os ladinos, corruptos e outras pragas no nosso futebol. (Imagem: Google)

É o que há!

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