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DE BRAÇADA

6 jogos no Parazão; 2, na Copa do Brasil, e 1 na Copa Verde e o Remo está de braçada.
Para o time de Marcelo Cabo não interessa jogar bonito, o importante é a bola.
Inobstante a idade, Jean Silva foi intenso, foi a essência do time azulino, com dois gols, sendo um golaço ao deixar dois marcadores para trás.
Se levanta a cabeça, que é um dos seus defeitos, poderia ter feito três gols
Time azulino não olha pra trás, segue em frente, com raras exceções: como o calcanhar do “zagueiro” Diego Ivo, que por pouco não ajoelhou e rezou. Aliás, é a marca registrada deste “cintura dura”, que não deve pular, por que um dos tornozelos não pode sentir o peso do corpo.
O mal do time de Robson Melo, o Tapajós, foi querer encarar o Remo com a cara e a coragem: não tem solidez técnica. Infelizmente, é sério candidato ao rebaixamento.
De igual modo, a Tuna Luso Brasileira que perdeu para o São Francisco de 2 a 1.
Marcelo Cabo estuda os adversários e o jogo, posto que é visível a intensa atividade do técnico dentro do vestiário e às manifestações dos jogadores a cada gol.
Com Marcelo Cabo, a ideia e a vocação do time azulino é ter a bola, e joga com intensidade. Vai longe!
Percebe-se a perfeição do gramado do Baenão, que ajuda a bola deslizar com intensa velocidade.(Foto: Samara Miranda)
É o que há!
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