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PRESIDENTE, ENTREGUE O IGAPÓ À JUSTIÇA

“Não há mal que sempre dure”, diz o velho adágio popular.
No Paysandu o mal é o passivo desgraçado deixado pelo empresário Luiz Omar, que vem tirando o sono da atual diretoria.
“Está difícil. Temos que se virar nos trinta”, revelou o presidente Maurício Ettinger no programa SHOW DA CIDADE, da Rádio Marajoara, na manhã de quarta-feira, 22.
R$ 1,3 mi justiça mandou bloquear junto ao BANPARÁ dos patrocínios do PARAZÃO e do contrato “naming rights” (direito de nome) do Banco do Estado no frontispício da Curuzu.
BWA, empresa contratada pelo ex-presidente Luiz Omar para confeccionar ingressos, e a VOLEIO CONFECÇÕES fabricante das camisas LOBO, na época do ex-presidente Alberto Maia. É dívida que não acaba tão cedo!
Em breve estoura a bomba “Pikachu” que todos ganharam dinheiro, e o Paysandu, passado 10 anos, está “ferrado”.
Advogado Ruy Mendonça, acompanhando o drama bicolor, diz que a diretoria poderia “apresentar à justiça a área do CT, em Águas Lindas, como penhora”.
Taí a ideia, presidente Maurício Ettinger, se não à justiça, coloque à disposição do “bicheiro” Antônio Louro, que cobra mais de 1 milhão de reais na justiça, por ter emprestado R$ 500 mil ao clube, à época de Luiz Omar, e este confessou a dívida. Não tem pra onde correr! Entregue o igapó pro Louro.
Para o confronto desta quinta-feira, pela Copa Verde, contra o Princesa do Solimões-AM, os portos da Curuzu serão abertos à Fiel numa sacada do advogado Ruy Mendonça, que é bicolor, e que revelou em grupo de “uatizap” que os portões deveriam ser abertos, porque a CBF é quem indica qual a competição que o Paysandu cumprirá punição de duas partidas de portões fechados impostas pelo STJD.
“A vitória tem muitos pais, mas a derrota é filha única de uma meretriz”, pensei neste clichê, após saber que ladinos se arvoram a ser o pai da criança. Não são!
É o que há!
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