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PSC AMOFINOU CR

CR subestimou o PSC e acabou se amofinando.
Na tarde de terça-feira, 28, nos corredores do Mangueirão, falei aos jornalistas Sandro Galtran e Lino Machado que Marcio Fernandes mostrava está preparado para sofrer pressão, diante de tudo que suporta das redes sociais.
Diferente de Marcelo Cabo, que por onde passou, não resistiu às pressões. É ótimo “professor”.
Time azulino desperdiçou a classificação no primeiro jogo, quando fez 1 a 0 e deu preferência à posse de bola, levando o jogo em “banho-maria”.
Na segunda partida, quarta-feira, 29, no Mangueirão, meio-campo bicolor parecia um “tuberculoso” que os pulmões funcionam precariamente.
Pablo Roberto deu às cartas, pintou e bordou e deixou de cara Muriqui, aos 30’, para concluir de cavadinha o 1 a 0 para o Remo.
Além, de Pablo ter desperdiçado a oportunidade de levar para o vestiário a vantagem de 2 gols.
No futebol, a vida nos ensina que quem não mata, morre. Aconteceu com o Remo de Marcelo Cabo.
Márcio Fernandes mostrou que os 15’ de intervalo serviram para ousar: entra com Paulo Henrique, Fernando Gabriel e Roger nos postos de Pitbul, Jiminez e Henriquez. Energizado, Papão foi pra cima.
Remo se amofina, e o Papão empata, no início do segundo tempo, com Mário Sérgio.
Marcelo Cabo substitui Pablo Roberto por Pingo. Mais mofino ficou o Remo.
Aos 35, Fernando Gabriel faz a felicidade da Fiel: 2 a 1.
Como estava escrito que o PSC seria o finalista da Copa Verde, Muriqui, aos 48, se “amofina” diante de Thiago Coelho.
Nas cobranças de tiros livres diretos da marca penal, Paysandu 4 a 2 e decidirá a Copa Verde com o Goiás, que ganhou do Cuiabá de 2 a 0.
19 de abril e 5 de maio são as datas definidas pela CBF para a decisão da CV. Sorteio definirá quem joga em casa a primeira partida.
Em 2 RE-PAS às emoções foram ambíguas, mas o Paysando, quando precisou, não se amofinou e foi efetivo.
É o que há!
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