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IGAPÓ CONSUMIU R$ 2,5 MI

Em junho de 2016, quando presidente Alberto Maia comprou a área de 113 mil m², em Águas Lindas, Belém, exultei de felicidade.
Ao custo de R$ 1,3 mi, a imensa área foi pisada por mim e descobrir fontes de água cristalina; acompanhei centenas de trabalhadores cercando a área com placas de concreto, e até uma invasão.
Vi a inauguração do portal, que custou R$ 300 mil, e em discurso ouvi Antônio Couceiro dizer que “Alberto Maia era o melhor presidente que o Paysandu teve”.
O que engenheiros sabiam, àquela época, e se fecharam em copas, é que a área é um imenso igapó, ou seja, terreno baixo – todo inundado.
Com a briga de foice entre Ricardo Gluck Paul (que transformou o Clube em terra arrasada) e Alberto Maia, veio à tona, à boca pequena, que a área tinha que ser aterrada, e que o custo do aterro seria o dobro do valor do imóvel.
Alberto Maia, por um membro da família de Gluck Paul, foi acusado de “ladrão”.
Assim como num dia, nos corredores do TRT-PA, Paulo Moraes me falou: “Vocês verão quem é Alberto Maia”. Falei para o presidente o que Paulo Moraes me disse, e tive como resposta o silêncio de Maia.
Quando foi acusado de “Ladrão”, disse a Alberto Maia, que ele deveria ir à justiça provar sua inocência, fez ouvido de marcador.
Então, senti-me enganado! Aí tem!
Segunda-feira, 28, no Mangueirão, finalmente, tive a palavra oficial do dono do trono bicolor, Maurício Ettinger: “Zé, a área já consumiu R$ 2,5 mi de abnegados e diretoria na compra de aterro, arenoso e brita, e gastaremos muito mais, mas este ano sai um campo”.
No programa SHOW DA CIDADE, da rádio Marajoara, sexta-feira, 31 de março, Roger Aguilera, vice-presidente alviceleste e neto do patriarca Raul Aguilera, que empresta nome ao CT, sacramentou: “Até julho, entregaremos um campo para o Paysandu realizar seus treinos”. É muito bom!
Como o Paysandu é o Clube das “coisas impossíveis” (Eliércio Santino) e que “até Deus duvida”, penso que desta vez o igapó será transformado em área plana, alinhado ao “greide” da pista.
É o que há!
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