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ENTRE A MÁ-FÉ E EXIBICIONISMO

Aldemir dos Santos Ferreira, “Ferreirinha”, 26, meia-atacante do Grêmio-RS, marcou a maior touca da vida.
Fez uma “fezinha” “online”, apostando na vitória do Grêmio contra o Caxias do Sul, em partida válida pelo Campeonato Gaúcho, e publicou no seu Instagram.
Se Andy Warhol disse que todos nós temos “15 minutos de fama”, Ferreirinha, como dizia Jaime Bastos, o “Neca-neca”, teve seus “10 segundos de imbecilidade”.
O mundo da bola sabe que a Fifa está mapeando todos os jogos de futebol das entidades filiadas a ela através de Departamento de Inteligência comandado pelo ex-agente da Interpol, Chris Eaton.
O que a entidade internacional deseja saber é se o jogador do Grêmio agiu de má-fé ou se foi exibicionista, posto que pelas normas da Fifa “é proibido jogadores de futebol participarem, direta ou indiretamente, de qualquer tipo de aposta numa partida de futebol”.
Mas, a mesma entidade, permite que os clubes e jogadores sejam patrocinados por bancas de apostas.
No Brasil, desde a época de Michel Temer, as plutocracias internacionais agem no futebol brasileiro sem terem espaços físicos, é o que determina a lei.
Fifa comunica a direção do Grêmio que Ferreirinha está sob investigação e se for condenado poderá pegar um “gancho” de 3 anos e pagar multa de R$ 520 mil.
Jogador tem contrato com o Grêmio até dezembro de 2024 e é peça fundamental no esquema do técnico Renato Gaúcho.
A Fifa caça de forma implacável todos que se atreverem a manipular resultados de jogos de futebol.
O tambor que bate lá, ressoa por cá, porque os predadores do futebol estão por todos os cantos do planeta tentando ganhar dinheiro fácil.
A praga de muitos – principalmente corruptos e ladinos – é a ânsia pelo enriquecimento descomplicado. (Foto: Google)
É o que há”
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