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PSC E OS AMORES LADINOS

Se o “Flamengo é uma máquina de cortar dinheiro”, Paysandu é uma máquina de pagar contas de ladinos”.
Do dinheiro da FUNTELPA (patrocínio do direito de transmissão dos jogos do time no Parazão/23), diretoria não viu a cor da “baba”.
R$ 800 mil foram bloqueados em favor da Voleio Industria de Confecções Ltda, contratada à época do presidente Alberto Maia para fornecer a vestimenta da LOBO, empresa criada para administrar e vender os produtos com a marca bicolor.
“Nosso escritório foi contratado para esta demanda, e, finalmente, depois de muitos recursos, o Paysandu quitou a dívida”, confirmou advogado Carlos Kayath, no programa SHOW DE BOLA, da Rádio Marajoara.
Do tempo de Luiz Omar, o Papão se “vira nos 30” para pagar a BWA que confeccionava os ingressos dos jogos do Paysandu.
Diretoria de Luiz Omar não pagou R$ 3 mi e a bomba estourou agora, na administração Maurício Ettinger.
Se a Voleio mirou a “pacoteira” da FUNTELPA e teve sucesso, advogados da BWA, com suas lupas, focaram à “baba” do BANPARÁ: patrocínio do Parazão e do “naming rights”, que foi renovado para este ano.
“Pagamos R$ 1,7 mi e estamos negociando o resto (R$ 1,3 mi)”, revelou o presidente Maurício Ettinger.
Outra dívida que está em “stand by” na 7ª Vara Cível Empresarial de Belém, na ordem de R$ 1.9 mi, é do tempo de Artur Tourinho, que não pagava aluguel do Mangueirão, e o honrado José Ângelo Miranda, quando sentou no trono da Secretaria de Esporte e Lazer – SEEL – determinou que o departamento jurídico apresentasse à dívida à Procuradoria Geral do Estado, e esta acionou o Paysandu na justiça cível.
Antônio Louro emprestou 500 mil reais ao PSC, no tempo de Luiz Omar, e agora cobra, na cível, R$ 1 mi.
Estes arautos da moralidade arrotam aos 4 cantos que amam o Paysandu.
Não sabem que amor é conteúdo e não forma.
É o que há!
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