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A FORÇA DA CARIDADE
Eu sempre acreditei que há uma “luz divina” na nossa caminhada pela terra.
Sou “fruto” de uma boeira e um pedreiro. Com ela aprendi a dividi a comida pra 11 filhos e ainda sobrava para um cão que entrasse pelo portão da 350 na Acelino de Leão, em Macapá.
Com ele, a seriedade nas coisas e a perfeição do prumo, do nível e da régua de pedreiro com que ele levantava parede de tijolo.
“Meu filho, umbora trabalhar que de hora em hora Deus dá”, diz minha “noventinha” em Macapá.
“O caráter de Deus é o amor e a identidade é a caridade”, diz Papa Francisco.
Em mim há exemplo citado por Madre Tereza de Calcutá: ao saber que uma família passava fome, a religiosa foi na dispensa do convento pegou fubá, feijão, arroz, carne seca, trigo, azeite colocou num saco e se dirigiu à residência. Foi recebida pela dona da casa que a acolheu. Numa mesa, a religiosa colocou os alimentos. A dona da casa, mais que de repente, separou um tanto e saiu porta à fora. Madre Tereza indagou dos filhos: “Por que sua mãe fez isso?” Resposta: “A vizinha aqui ao lado passa fome!”
A palavra “caridade” me faz pensar que ser caridoso é melhor que ser religioso. Perdão pela transgressão. Mas, “…Há melhor felicidade em dar do que em receber”. Está em Atos dos Apóstolos.
Quando dou uma cesta básica, que recebo de quem acredita no meu propósito, há um impacto: o vulcão que há em mim para e falo com meu Deus, que é rico, poderoso e festeiro: “Não me faltem parceiros para continuar com minha razão de ser humano”.
A “graça”, o dom imerecido de Deus, está em parceiros como o Eliércio Santino, Adélcio Torres, Felipe Fernandes, Zeca Pirão, Zezinho Alírio, Raimundo Feliz, Patrik Castelo Branco, Henrique Lobato, Bira Lima, Roger Aguilera, que durante dois anos de pandemia me deram “cobertor” que aqueceu minha alma e me fez ver que o verdadeiro amor é respeito e atitude.
No dia 14 de maio, dia das mães, pretendo fazer uma festa no SHOW DE BOLA, e preciso de quem tem e que pode doar cestas básicas ou qualquer outro brinde para fazer a felicidade de algumas mães.
Dois kg de camarão (Barcarena), 2 cestas básicas (Instituto Ver-o-Peso – Didi e Luiz), 100 reais do bem-aventurado estão guardados e quem acreditar junte-se através do 91 99981-6509, que irei buscar.
Se você não acredita, não me critica, mas me dá “moral” no horário, porque quem gosta ouve, quem não gosta ouve, também.
É o que há!
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