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DESTINOS INCERTOS
Não é acusação. É impressão.
Vendo time bicolor contra o Cametá, intui que há jogadores pensando em deixar a Curuzu, mas não querem pedir rescisão contratual.
Estão fazendo corpo mole. A instituição que se dane.
Com um time desfigurado, Paysandu empatou em 1 a 1 com o time cametaense na disputa pela 3ª colocação do Parazão.
Futebol é atacar e defender. Paysandu e Remo não fazem bem nenhum e nem outro.
Advogado Rui Mendonça, no DEDO DE PROSA, foi profético: “Jogo ideal para ambos. CR enfrenta o novel da competição e o Amazonas enfrentaria um Remo instável emocionalmente. Às fraquezas do CR serão as virtudes ofensivas do Amazonas”. Só deu Sassá que foi ágil diante de um “ladrão” que já “roubou” o Paysandu e está “roubando” o Remo com a complacência do Marcelo Cabo.
Cabo prometeu “mudança de postura” e nada do que garantiu se viu no jogo em que perdeu pro Manaus de 2 a 1.
Um time desorganizado; Diego Ivo chegando atrasado; não toca a bola em velocidade; triangulação não existe; Álvaro não marca; Leonan no banco; e a bola não chega no Muriqui, e como desgraça só quer o começo: Pablo Roberto jogou no sacrifício.
Quarta-feira, 10, o meia-atacante remista tirou dois cisos superiores e não treinou quinta e nem sexta-feira. Conversou com Marcelo Cabo e pediu pra ir pro jogo. Não jogou o que sabe jogar.
Remo tem a comissão técnica mais cara da terceira divisão e o custo-benefício tem decepcionado a diretoria azulina que começa a franzir o cenho para o técnico que quando sente fortes emoções se refugia em motel.
Após o jogo, grupo de torcedores remistas protestou em frente ao Baenão.
Enquanto as nossas duas maiores paixões estiverem em mãos de executivos que pra cá trazem jogadores sem mercado, ganhando dinheiro em conluio com empresários e técnicos, o destino é incerto.
Charly Wendy Straube Dereti viu o que ninguém viu: pênalti contra o Manaus.
Na qualidade de apitadora Fifa, se rever a imagem, é pra se envergonhar.
É o que há!
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