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CRUEL “DITADOR”

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Vendo e ouvindo vídeo em que o árbitro de futebol Leandro Pedro Vuaden confessa erro contra o PSC, em jogo com o Náutico, em 2019, francamente, dá dó do jeito como fala.

O fato é que muitos apitadores de futebol saem de casa mentalizando a maldade. E aí não tem VAR que identifique a mente que está inclinada a alterar qualquer situação.

O árbitro de futebol tem consciência que ele, dentro de campo, pode se tornar “ditador” cruel quando deseja mudar a história de uma partida de futebol.

E, por conseguinte, prejudicar o trabalho de uma diretoria, comissão técnica e jogadores, incluindo as finanças da instituição, o que aconteceu com o Paysandu Sport Club, que não levantou mais a cabeça.

Ao revelar que passou mais de 30 dias sem apitar, deveria fazer reflexão e confessar o erro, mas não, se fechou em copas por saber que poderia ser punido.

“Todo delito tem pena mínima e pena máxima”, e é sabido que todo crime prescreve, além do estado de “decadência”, que é o prazo que se tem para abrir processo contra alguém.

Vuaden é conhecedor de todos esses requisitos da lei, mas ele nunca fugirá da ‘prescrição’ social, da sanção que morrerá com ele como sendo o árbitro que “assaltou” o Paysandu. Essa não é explicita, mas está estigmatizada na mente e na alma.

Coitado! Não é digno de confiança!

É o que há!

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