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O “ESTALINHO” DO NEGÃO

Ao completar 71 anos, domingo, 4, prestei homenagem ao mais
destacado repórter esportivo do Pará, Agripino Furtado.
São mais de 50 anos de “praia”, convivendo com bicolores, azulinos e cruzmaltinos harmonicamente.
Alma e corpo ataráxicos e humildes por natureza. Nada abala o “negão bola cheia”. Sereno e maduro, mas sutilmente “venenoso” quando cutucado sobre o futuro do nosso futebol, como aconteceu no SHOW DA CIDADE, da Rádio Marajoara.
“O que esperar do futebol que tem Diego Ivo como homem de confiança do técnico?” Arrematou: “Ele não tem culpa por estar no Baenão!”.
É o chamado efeito “placebo” que não fede e nem cheira, nem bem e nem mal faz, mas custa caro, como muitos remédios que são vendidos em rádio e TV para os velhos através do 0800 (chamada grátis). São os “Canelas de Velho”, “Jumentinho”, “Algas Marinhas” eficazes nas curas dos males do corpo.
Se em campo vivemos o desânimo a cada jogo, na justiça o descrédito (pra não dizer o enterro) do nosso futebol, a partir do momento que uma desembargadora se julga suspeita de julgar parecer que ela mesma produziu para que a eleição da FPF, em junho do ano passado, fosse realizada de forma desonesta: ligas e clubes sem “lenço e documento” votaram na atual diretoria da Casa do Futebol.
Cinco desembargadores recusaram o “pepino” e, conforme revelação do advogado Marco Antônio Pina, “se assim continuar caberá à presidenta do TJE, Maria de Nazaré Silva Gouveia dos Santos, indicar desembargador para “descascar o pepino”.
Acredito no poder da verdade, que pode tardar, mas não falha, porque o “Lá de Cima” não dorme e anda armado (não precisa de porte de arma) e quando aperta o gatilho não há corrupto, bicheiro, estelionatário, ladino, “camafeu”, “rei da boquinha”, traficante que resistam à ação do “Todo-Poderoso”.
É o que há!
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