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CATOLÉ
Remédio placebo custa caro e cura todos os males do corpo humano.
É propaganda enganosa, mas há quem acredite e compra.
É a relação que há entre o falso medicamento e o futebol praticados por CR e PSC.
O empate em 0 a 0 do CR com o América-RN, no Baenão, pela 7ª rodada, mostrou o “catolé” que é o time remista.
Na sucessão de passes errados, Remo foi dominado nos 30 minutos do primeiro tempo.
Rafinha e Elvinho, enquanto tiveram fôlego, dominaram o setor de meio-campo.
Na reta final da primeira etapa, Rodriguinho e Fabinho incomodaram a zaga americana.
Com as mudanças processadas, Pablo Roberto entrando no posto de Claudinei, e jean no de Rodriguinho, Remo passou a ter posse de bola, mas sem a triangulação à frente da zaga, insistindo em bolas alçadas na área.
Time americano se fecha e adere às jogadas de contra-ataques, e teve chances de marcar.
Cansados, Rafinha e Gustavo foram substituídos por Gabriel e Paulinho e equilibraram e, antes de deixar o campo, Gustavo teve a bola do jogo, aos 21 minutos, e jogou a bola por sobre o arco de Vinícius.
Entrando no lugar de Fabinho, Richard Franco também teve a chance de colocar o Remo à frente do marcador: aos 41 minutos tentou fazer de calcanhar, mas a bola acabou nos braços de Bruno.
Tecnicamente, dois times ruins.
Ultimamente, time azulino joga futebol sem emoção.
Nas arquibancadas do Baenão, torcedor protestou – e de forma violenta.
É o que há!
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