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ÉGUA! POSTE MIJA NO CACHORRO

Em 44 anos vivendo o esporte paraense eu já vi e ouvi de um tudo.
Dirigente levar o dinheiro do clube para o puteiro, quando não prá sua casa e ser – diz-que – assaltado; dirigente meter a mão no bolso e pagar sua vaidade; presidente sacar de “trezoitão” e colocar nego pra correr do clube; jogador roubar mulher de cartola;
“Camafeu” ser expulso por roubar o clube; cartola tentar matar repórter porque estava dando em cima da “porquinha” (e neste episódio ia sobrando pra quem não tinha nada a ver, em frente portão da Vila Olímpica, porque o garanhão era metido a “pirata galã”); técnico dizer que tinha dirigente que adorava ver a “naba” dos jogadores no vestiário, enfim, fatos do arco da velha.
Mas a “entregada” do técnico Marquinhos Santos, após empate do Paysandu em 1 a 1 com o São Bento, na Curuzu, me fez pensar que no futebol paraense poste mija no cachorro.
Marquinhos tira o seu da reta e enfia “tudinho” na diretoria bicolor: “É um absurdo, início de temporada ocorrerem 19 dispensas, quase um elenco de futebol. Houve erro de planejamento!”, “rolando lerou” o técnico alviceleste.
Então, “Rolando Lero” responde: Por que aceitou o cargo de técnico do Paysandu sabendo do que havia ocorrido na Curuzu?
Não acredito que na Curuzu nenhum dirigente se sentiu melindrado com a postura do técnico, e que, se se acomodarem não têm, mais tarde, do que se queixarem.
Paysandu é refém de executivo, que tem agência de emprego pra velho, e de um técnico que ainda não aplicou ao time a “evolução” cantada em verso e prosa.
É o que há!
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