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BOCA-DE-SIRI

Quanto mais se fecham em copas os dirigentes do nosso futebol em relação aos meus questionamentos, melhor é.
Quando aciono meu “amante” para ouvi-los e eles não atendem, é porque aí tem. E como tem!
Desde que publiquei a verdade sobre os bastidores do Baenão; a “bola preta” para um desembargador e um promotor de justiça e às ações de cinco conselheiros pedindo ao CONDEL explicações sobre gestão temerária da atual diretoria, que Fábio Bentes, Tonhão e Milton Campos não falam comigo. Respeito-os porque não ousaram me desmentir. Calaram! No entanto, entendo os dois lados das relações sociais: quem cala consente, mas, também, perguntas absurdas não merecem respostas. Fico com a primeira possibilidade.
No Paysandu desde o dia 4, quando publiquei a relação dos “passageiros” do barco bicolor, que a diretoria questionou “quem diz isso para ele”. Ora! Fontes reais!
Nesta sexta-feira, 16, estava saboreando um “cuxito” guizado na feira da 25, quando uma “abelhinha” zumbiu na minha “concha acústica” esquerda: “Bisbilhota, que de São Paulo chegou na Curuzu um executivo-administrativo-financeiro para fazer levantamento geral das finanças do Paysandu”.
Indaguei nome, mas a “abelhinha” não soube identificá-lo. “Não sei. Só sei que está na Curuzu”.
Telefono para o presidente Maurício Ettinger, Fred Cabral e Roger Aguilera, os dois vice-presidentes, e nenhum me dá bola.
Penso eu que o novo contratado bicolor será um executivo organizador das finanças para após análise ser apresentada ao Conselho Deliberativo do Clube, que segundo informações é o passo inicial para a SAF – Sociedade Anônima do Futebol.
Remo e Tuna receberam propostas de endinheirados e não aceitaram o novo sistema de gerenciamento do futebol em voga no Brasil.
Então, aí tem!
É o que há!
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