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NÃO HAVIA “SANTOS”

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Quem tem altivez moral pra defenestrar Sérgio Dias do CONDEL do CR, se ele tem imensa folha de serviços prestados ao Leão Azul.

Sérgio Dias; o mais azul da cidade, Jurandir Bonifácio, Jorge Age, Manoel Ribeiro, Raimundo Ribeiro, Ronaldo Passarinho Ubirajara Salgado, Pedro Minowa, Hamilton Gualberto, Sergio Cabeça, Osvaldo Dahas, são nomes que deveriam ter estátuas no Baenão pelos que fizeram em prol da glória do Clube do Remo.

Antes de pensarem em expulsar Sérgio Dias, conselheiros deveriam se envergonhar de diretor, que vive dentro do Baenão, que recebeu 6 mil reais do “seu” Carlos para eleger Eduardo Ramos vereador belenense em 2016.

Eduardo Ramos não foi eleito edil, e o “carequinha” teve que devolver a “baba” ao pai do atleta, depois que eu denunciei a “cruzetagem”.

Carlos, pai; Eduardo Ramos, filho, ex-jogador azulino, estão vivinhos.

Levem-me às barras da justiça.

Depois que publiquei no SHOW DE BOLA, o maior “traço” da história do RE-PA, aplicado pelo Artur Tourinho, tirando Jobson de dentro do Baenão, após beijar camisa do Remo, em 1998, num acordo entre o presidente do Athletico-PR, Celso Petraglia, que tinha projeto agropecuário em Mato Grosso, e dependia do aval dos técnicos da SUDAM.

Artur Tourinho era o dono do trono da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia.

Uma mão lava à outra e as duas lavam o rosto.

Sérgio Dias se abrir a boca não fica pedra sobre pedra no futebol paraense. Ele, pelo lado azulino, viveu, e não deixou de fazer nada que pôde fazer para ver o Remo campeão. No futebol e no basquetebol.

Assim como o time azulino entrava “calçado” contra o Paysandu, no TABU 33, os bicolores “aprontaram” muito prá cima do Remo: Belterra (zagueiro), Marcelo (lateral-direito) e Agnaldo (volante) foram tirados de dentro da concentração azulina, em Castanhal, em plena pré-temporada.

1998: presidente Ricardo Rezende impede o Remo de ser hexacampeão e conquista o paraense invicto.

Então, tanto no Baenão como na Curuzu não havia “santos”, e os bastidores entre às “locomotivas” eram pesos-pesados, porque não havia “lisos” como diz o Paulo Fernandes.  

É o que há!

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