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O PSICÓLOGO E O MOTIVADOR

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RE-PA 770 para Ferreira da Costa.

763 para o historiador azulino, Orlando Ruffeil.

Adendo: até nestas pesquisas o RE-PA é intrigante.

Clássico pela C, do Brasileiro, com o emocional à flor da pele.

Remo perdeu para o Operário dentro do Baenão por 2 a 1.

Por 2 a 1, Paysandu ganhou do “Onça-Pintada”, em Manaus.

Além de técnico de futebol, campeão da C do ano passado com o Mirassol-SP, Catalá tem no currículo o grau de psicólogo.

Hélio dos Anjos a experiência de técnico internacional, e da última vez em Belém, dos confrontos com o Remo, ganhou 5 e empatou 2, e é tido e havido como técnico motivador.

Será o confronto do fazer ciência com a experiência, o senso-comum, o empirismo.

“O senso-comum parte de um conhecimento particular dele, está relacionado ao ponto de vista individual; já o psicólogo parte do conhecimento geral, com experiências comprovadas em pesquisas científicas, mas o psicólogo é um motivador, também, porém o motivador não é o psicólogo, são os conceitos”, segundo o psicólogo Jairo, da Clínica Psiquiátrica do Hospital de Clínicas do Pará.

Acompanhando o raciocínio do comentarista João Maurício, que o time azulino entrará em campo pensando que está na “graxa” (zona de rebaixamento); não pode pensar em empate, e a cobrança da torcida, porque o time não está apresentando regularidade dos resultados, penso ser o Remo mais ativo.

Time bicolor está com o moral elevado com a vitória fora de casa diante do Amazonas de 2 a 1.

Marco Antônio Pina diz que no “RE-PA não há favorito e ganha quem mais tem determinação e garra”.

Pio Neto pontua a “rodagem do técnico Hélio dos Anjos, mas destaca a marcação de ambos os times”.

“O Paysandu entrará em campo no ritmo rock and roll; o Remo no vai da valsa”, curto e objetivo Ruy Mendonça.

Paysandu joga sem seu melhor jogador: Geovani, meia que marca e se apresenta na área adversária, mas terá Mário Sérgio exímio homem de área e Bruno Alves, que vez por outra surpreende com chutes de fora da área.

Se o técnico Catalá não tentar misturar “tacacá com açaí”, como diz o Crítico dos Críticos, Hamilton Gualberto, o Remo tem Pablo Roberto, Pedro Vitor, Rodriguinho e Muriqui, desde que sejam escalados cada um na sua., e que podem decidir o jogo.

RE-PA é um jogo de 6 pontos, porque quem vencer aspira ficar entre os 8, e o perdedor lutará para permanecer no “subsolo” do futebol brasileiro.

É o que há!

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