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TÁ DIFÍCIL, NINO

Ao assumir o trono do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), advogado José Perdiz defendeu a moralidade do futebol verde-amarelo.
“Nossa gestão será dedicada ao combate do esquema de manipulação de resultados de jogos, que tanto tem manchado o futebol brasileiro”, afirmou o Dr. José Perdiz quando assumiu a presidência da maior corte esportiva brasileira.
A partir deste raciocínio, e, se assim for, dificilmente Nino Paraíba escapará de punição.
Afastado por 30 dias dos campos de futebol, lateral-direito, que assinou com o Paysandu, fez delação premiada e quando terminar o prazo, Paraíba poderá jogar pelo Paysandu até que uma das turmas do STJD reúna para analisar o processo.
Se apenado, Nino estará impedido de atuar no Brasil, mas, também, poderá recorrer ao pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva.
Pecado cometido por Nino Paraíba é considerado de “alta gravidade” pelos auditores da corte superior, que já bateram o martelo em julgamento anterior.
Eduardo Bauermann (ex-Santos): suspenso por um ano e multa de R$ 35 mil.
Fernando Neto (ex-Operário): gancho de 360 dias e multa de R$ 15 mil.
Gabriel Tota (ex-Juventude): eliminado do futebol e multa de 30 mil reais.
Kevin Lomónaco (Red Bull Bragantino): 360 dias sem pisar em gramado e multa de 25 mil reais.
Matheus Gomes (Itapatinga): eliminação e multa de R$ 10 mil.
Moraes (ex-juventude): gancho de 2 anos e multado em 65 mil reais.
Paulo Miranda (ex-juventude): suspenso por 2 anos e multa de 70 mil reais.
Para não responder processo criminal, Nino Paraíba fez acordo com o Ministério Público de Goiás e será testemunha no processo, além de pagar R$ 160 mil (20 parcelas de 8 mil reais).
Na justiça desportiva, ajoelhou tem que rezar, ou seja, dificilmente será perdoado.
Nino Paraíba será julgado quarta-feira, 9, pela 2ª Comissão Disciplinar do STJD.
É o que há!
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