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“FIZ MINHA PARTE”

Está por nascer dirigente esportivo paraense tão hábil nos bastidores quanto o coronel Nunes.
Equilibrado, sereno e maduro, nunca altercou com seus críticos (o “monstrinho” que o diga), mas enquanto teve tônus muscular reinou no Pará e comandou por duas vezes a maior plutocracia do futebol brasileiro: Confederação Brasileira de Futebol.
No início dos anos 90, elege Euclides Freitas Filho presidente da Federação Paraense de Futebol, e chega na Curuzu como diretor de futebol. Em 1991 sagra-se campeão brasileiro da B.
Como dono do trono da CBF, foi campeão olímpico. Eu e o “Zé da Boquinha” estávamos no Maracanã, em 2016.
Nunes, na CBF, e Helder Barbalho, no Pará, tinham em comum à Canarinho no Mangueirão, mas para tal dependia da vontade política em transformar o Olímpico em arena.
Ao dizer para o governador “arrumar o Mangueirão que a seleção viria a Belém”, Nunes cutucou a vaidade do governador, e este, após dois anos, transforma o estádio numa das mais belas “catedrais” do futebol brasileiro.
Dia 8 de setembro o mundo se voltará para o Mangueirão, palco de Brasil e Bolívia pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
“Falei ao governador que nós poderíamos levar a seleção a Belém desde que o Mangueirão fosse revitalizado, não se arrumava o Mangueirão, e de fato agora é realidade. Como desportista que é, governador Helder foi ao meu gabinete, na CBF, almoçou conosco, e prometeu a reforma do estádio. Fiz a minha parte. E se for convidado, estarei no Mangueirão”, garantiu Nunes, que é, também, o pai da Copa Verde.
P.S.: Esta entrevista com o coronel Nunes, que será rodada no SHOW DE BOLA, domingo, 6, foi possível devido a bondade de ânimo de Paulo Romano.
É o que há!
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