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PANTEÃO CAMPEÃO DOS CAMPEÕES

Pincei do “saite” da ISTOÉ.
Philippe Coutinho, 31, meio-campista brasileiro com cidadania portuguesa, atualmente no Aston Villa (Inglaterra), é craque no campo e nos bastidores do poder público brasileiro.
Seu Instituto, com sede no Rio de Janeiro, foi contemplado pelo Ministério dos Esportes com a autorização para arrecadar – via patrocínio ou doações – R$ 3 mi.
Em Vargem Grande, zona oeste do Rio de Janeiro, o Instituto Fhilippe Coutinho oferece esporte e educação a centenas de crianças e adolescentes.
Vez por outro é noticiado que artista fulano de tal recebeu milhões de reais alicerçado na Lei Rouanet.
Se bem que esta lei não contempla clubes, mas atividades culturais. Mas, nada impede que os clubes de futebol tenham atividades culturais.
O Ministério do Esporte tem a finalidade de promover o desenvolvimento da prática esportiva, então, aqui é que me apego para indagar aos nossos dirigentes o quê de não apresentar projeto ao órgão competente a fim da busca de recursos junto aos empresários, que, se doadores ou patrocinadores, terão direito de abater no Imposto de Renda.
Paysandu com o a construção do seu CT encravado em comunidade de baixa renda (Águas Lindas), e Clube do Remo com seu Centro de Treinamento, em Outeiro, também vizinho de comunidades pobres.
Diretoria alviceleste deveria apresentar projeto ao Ministério do Esporte para que este autorize o Clube a arrecadar farta “pacoteira” junto aos “baludos” bicolores para a construção do Monumento ao Campeão dos Campeões, título que o Paysandu conquistou em 2002 (tríplice coroa – Campeão Paraense e Copa Norte – e que deu à Amazônia a maior glória do futebol.
Panteão Campeão dos Campeões deveria ser construído no frontispício do CT “Raul Fermin Roberto Aguilera”, o bicolor que gerou uma geração de bicolores apaixonados pelo Clube que deu às maiores glórias para o futebol amazônico.
É o que há!
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