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CAOS BELENENSE; NOVO NO FUTEBOL
Talvez por ter nascido à margem esquerda do rio Amazonas, com uma bocarra de 240 km descarregando 180 mil metros cúbicos água doce, por segundo, no Atlântico, formando o fenômeno da pororoca, que arrebenta com tudo que tem pela frente, e sob a linha imaginária do Equador, é que eu tenho uma alma agoniada com que não me agrada.
O encontro diplomático Cúpula da Amazônia, em dois dias, serviu pra nos mostrar às mazelas desta cidade em relação a mobilidade urbana. E por mais de dez anos somos comandados pelo Edmilson Rodrigues que é mestre em arquitetura e urbanismo.
Diferente do seu confrade Jaime Lerner, que quando prefeito de Curitiba se colocou a serviço da cidade com o seu projeto “Acupuntura urbana” e a capital paranaense é exemplo para o mundo.
Dos meus 73 anos, 50 são vividos como repórter esportivo, nunca tolerei a lei do impedimento no futebol, por entender que emperra a partida e premia incompetentes, os zagueiros “cones”.
Apego-me em Arrigo Sacchi, técnico italiano, que quando técnico do poderoso Milan, disse: “Enquanto a humanidade existir, algo novo sempre aparecerá. Senão o futebol morrerá”.
Antes de morrer, em 1990, João Saldanha revelou que a “última revolução no futebol aconteceu em 1925 com a alteração na regra do impedimento. “Em vez de 3 adversários, o atacante estaria impedido se não tivesse dois rivais entre si e a linha de fundo no momento do passe”. A lei do impedimento passou a vigorar em 1866.
De lá para cá, mesmo com o VAR, que sinaliza a espessura da camisa do atacante como forma de impedimento (absurdo) e se para por alguns momentos a partida o que há é um caos, principalmente no futebol brasileiro, onde árbitros maldosos continuam aprontando das suas.
Como em mim há uma alma dostoievskiana, recheada de esperança e coragem, acredito que os decanos da International Board, órgão da FIFA, reunirão para definir mudanças na lei do impedimento como mostra o vídeo exposto no frontispício deste texto.
É pra já! Tomara que os velhinhos tornem o futebol mais dinâmico.
E, se colocado em prática, quem se dará bem é Bruno Henrique do Flamengo.
É o que há!
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