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“DELEGADO” OU NARCIZISTA

Havia 7 meses que Neymar não joga uma partida oficial.
No dia 19 de fevereiro foi a última vez que vestiu a camisa do Paris Saint German na vitória de 4 a 3 contra o Lile, pelo campeonato francês, e aos 6 minutos do segundo tempo deixou o campo lesionado no tornozelo direito.
Time Francês negociou Neymar com o Al-Hilal, da Arabia Saudita, por uma pacoteira recheada de petrodólares, mas o brasileiro não atuou pelo novo clube no clássico da Liga Árabe, dia 1º de setembro, quando time comandada por Jorge Jesus ganhou de 4 a 3 do Al-Ittihad.
Jorge Jesus, técnico do Al-Hilal, não o relacionou para o jogo, alegando falta de condicionamento físico.
Não serve para jogar pelo novo clube e é convocado para a seleção brasileira, que joga em Belém conta a Bolívia, sexta-feira, 8, pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
Jogando na principal vitrine do futebol mundial, a Europa, Neymar, que é craque, nunca foi escolhido o melhor do mundo e se estigmatizou ser um jogador “cai-cai”
Paquetá e Antony foram desconvocados da canarinho por problemas pessoais em que os caracteres dos jogadores estão em dúvida, e Neymar, segundo o comentarista Casagrande, é acusado pela justiça federal, ele e o pai, de “crime ambiental” por construção irregular, no Rio de Janeiro, em área protegida pela União.
No meu entendimento, Neymar é paparicado pela imprensa ao chamá-lo de “garoto” e pensar que é o que não é: ele é craque, mas não é gênio como é o Messi.
Neymar está mais para narcizista!
Além de genial futebolista, o argentino foi orientado por outro genial da bola, o Pep Guardiola, pra fugir da forte marcação dos volantes: “Receba a bola, não dê mais que dois toques nela e entregue para o companheiro melhor posicionado e corra pra área”. Eis Messi campeão do mundo e o melhor do mundo.
Além de “delegado”, Neymar quer encarar os marcadores pensando que é um garoto de 16 ou 17 anos que está com o “pombão duro, olhando pro céu”, como diz Wanderlei Luxemburgo.
Nos últimos 20 anos, no futebol, o que mais evoluiu foi a forte marcação, o que se convencionou chamar de “intensidade” e somente os inteligentes terão capacidade de antever o lance, fugindo da monolítica marcação. (Foto removido do Google)
É o que há!
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