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FAMA INFELIZ

No auge da fama, o amado e detestado pintor pop americano, Andy Harhol (1928-1987), disse que “no futuro, todos terão seus 15 minutos de fama”.
Repórter Lino Machado teve seus 15 segundos de ‘fama infeliz’ ao formular pergunta “atravessada” ao goleiro Lucas Perri sobre o que está ocorrendo com Antony, na Inglaterra.
“O mundo hoje é muito corporativista… Tem que ser assim, principalmente quando se trata de companheiros. Qual a solidariedade de vocês com Antony neste momento difícil dele?”, indagou Lino Machado em coletiva, no Mangueirão, após treino da seleção canarinho.
Lino se perdeu em se alongar na pergunta e usar o substantivo feminino “solidariedade”, indevidamente.
A redundância é o mal da grande maioria dos jornalistas em coletivas, porque querem demonstrar saber. Acabam se “ferrando”. A indagação direta evita excessos de palavras.
Publicamente, não se solidariza com monstruosidades, por mais que haja amizade, mas que esta seja individualíssima.
O caso de Antony, na Inglaterra, é tão aviltante que os companheiros do Manchester United, nos treinos, não passam a bola para o ponteiro brasileiro.
Ele é acusado de agredir a ex-namorada.
O que me causa asco é ler, em redes sociais, jornalista que não tem estofo moral pra olhar pros filhos, condenando Lino Machado.
Iguais às caixas-pretas dos aviões, às dos seres humanos são inoxidáveis. Quem não tem sua “caixa-preta”?
Purga a sua iniquidade, Lino, e levanta a cabeça!
É o que há!
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