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SUPERAÇÃO, SUOR E SANGUE
1 a 0 do PSC sobre o Amazonas, pelo quadrangular final da C, foi à base de superação, suor e sangue.
2h de jogo: 53 minutos no primeiro tempo; 1h7’ na segunda fase.
Jogo iniciou sem o VAR, o que foi comunicado aos capitães dos times pelo árbitro baiano Marielson Alves Silva, para, na sequência do jogo, o equipamento funcionar e salvar o Paysandu de um iminente empate.
A monolítica marcação bicolor, principalmente de Alencar, o melhor do jogo, anulou Sassá, artilheiro da C com 14 gols.
Wanderson deu segurança à zaga bicolor.
João Vieira grudou em Diego Torres.
Gol bicolor surgiu de um toque da bola na mão de Rafael, e o árbitro sinalizou a penalidade, que Mário Sérgio cobrou e colocou o Papão à frente do marcador, 1 a 0, aos 18 minutos.
Meio-campo bicolor marcou e correu, dificultando os avanços do ataque do Onça-pintada.
Técnicamente, Papão não fez jogo brilhante. Se sobressaiu no esquema tático armado por Hélio dos Anjos, não dando espaço para os atacantes do time amazonense.
Os goleiros poucos foram acionados, e o do Paysandu, Matheus, em chute de Ítalo de fora da área, fez ótima defesa, aos 41 minutos do segundo tempo.
Lateral-esquerdo Rafael recebeu vermelho, aos 14 minutos, e o Leandrinho, que entrou no posto de Robinho, também recebeu vermelho.
Aos 48 minutos, árbitro marca penalidade de Wanderson sobre Júlio Rusch, que entrou no lugar de Diego Torres, mas após mais de 10 minutos de paralisação, VAR discordou da marcação do árbitro e sinalizou impedimento na jogada anterior.
Não houve a penalidade!
Revoltado com a decisão do VAR em não confirmar a penalidade, Wesley Couto, presidente do Amazonas, agrediu Naylhor, no corredor para os vestiários.
Dia 17, domingo, Paysandu tem conta a ajustar com o Botafogo-PB, no Mangueirão.
É o que há!
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