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O LOBO E O BELO

A boutade deste domingo, 17, é a paródia tirada de LET IT BE (Deixe estar), dos Beatles (1970).
“Série B! Série B! Série B! Série B! Ò meu Jesus, não permita que o Papão fique na C!”
No dia 8 a torcida paraense mostrou ao mundo o seu apetite por futebol, deixando o Mangueirão teitei pra ver Brasil e Bolívia pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
Passados 9 dias, a “Catedral” voltará a ser palco de uma CONVULSÃO DA NATUREZA, a Fiel Bicolor mostrará ao mundo que aqui se respira futebol.
“Não existe glória sem desafio”. E no futebol o risco anda de mãos dadas com técnicos, jogadores e diretores.
“Para se obter vitórias na vida, às vezes, é necessário se pisar em caminhos que até os anjos se recusam a pisar”, diz Desmond Tutu. Time bicolor pisará em gramado recheado de adversários, mas a vocação bicolor é ser o mais vitorioso clube da Amazônia.
Em 2009, árbitro desonesto (que depois, cinicamente, se arrependeu), “estuprou” o Lobo.
Este ano, aos trancos e barrancos, Hélio dos Anjos tem sido técnico astuto – no sentido de não se deixar enganar – e tem um time afoito que sabe o que quer.
A subida é íngreme, mas vamos Paysandu montanha acima e do alto veras a glória!
Não poderá ter incertezas, acaso, tem que haver determinação, coragem, sangue no olho…
Tem que haver paixão, coração na ponta da chuteira, sem exaltação, mas buscando a perfeição no passe, porque se assim for mais rápido se chegará ao gol.
Que não se deixe quedar pelo que disse radialista paraibano (“Que o Paysandu é o mais fraco do grupo), pelo contrario, sirva de estímulo para jogar futebol vistoso, coletivo, posse de bola, toques rápidos e envolventes.
“O excesso de vaidade e falta de empatia pelos outros podem ser prejudiciais” ao “Belo”.
Que a “beleza seja uma utilidade sem fim” e que o Lobo seja estrategista e territorialista em defesa do seu espaço. (Foto: Toti)
É o que há!
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