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REFLEXÕES SOBRE A MÁ-FÉ
Minha infinitude amorosa pelo Papão não permite que eu menospreze o Clube do Remo.
No meu íntimo: “Depois de tudo fé; antes de tudo gratidão”. Presidente Fábio Bentes tem conhecimento do meu sentimento.
Radialistas paraibanos e paraenses tisnaram a capacidade do time bicolor ao comando de Hélio dos Anjos.
Os de lá não me interessa, mas os daqui que não professam publicamente amor pelo Remo por serem bifrontes, covardes, deveriam ficar calados, torcerem contra o Papão de forma íntima, porque a dor de cotovelo seria sofrimento oculto, mas não exposta.
Belém está festiva porque o Paysandu está a um passo de dá mais uma glória para o futebol da Amazônia. E este clima doe na alma daqueles que só querem Deus pra si e o fute pros outros.
“Tânia Pimbinha”, “monstrinho”, “nojeira”, “sementinha podre”, “lombreiro da Cidade Velha” e o “tampinha de penico” não conseguem fazer reflexões sobre suas más-fés, seus ódios sobre a instituição Paysandu Sport Club.
Narcizismo doentio desses radialistas não permitem vê-los a grandeza do PSC.
Paysandu não tem um time competitivo, mas tem um técnico que sabe armar seu time para não tomar gols e tem preferência pela posse de bola.
Além de “vulcão” à beira do gramado, Anjo fareja sangue nos olhos.
“Aqui dentro ninguém vai jogar dentro de nós”, revelou-me Hélio dos Anjos da última vez que me confrontei com ele, e que me chamou de “meu velhão”. Adorei.
Quantas defesas “milagrosas” fez goleiro bicolor contra o “Belo”? Não vi nenhuma!
Paysandu não tem medo do confronto; em campo não tem sido um time arregão e sabe o que quer.
Aos que querem ver derrotas bicolores, sejam sencientes e aceitem que o Paysandu caminha num deserto, mas em breve verá e andará por vereda.
É o que há!
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