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TONHÃO NÃO É CORRUPTO

No mundo, o submundo do futebol é sujo.
Sórdido, sebento, porque envolve muito dinheiro.
Os melhores empregos do mundo estão na FIFA, Confederações e Federações de Futebol.
Neste mundo há corruptos, ladinos que tudo fazem pra chegar no poder ou não perderem o trono.
Ser servo do futebol é ter a certeza de prestígio e ótima “pacoteira” mensal, como faz a CBF, no Brasil.
Neste mundão que é o futebol, virtudes universais como honestidade, integridade, lealdade e amizade é difícil, mas há, ainda, quem se paute pela ótima linhagem.
Primeiras horas de domingo, 1, recebo mensagem de um remista me comunicando que numa reunião foi ventilada a possibilidade de Antônio Carlos Teixeira, o Tonhão, não poder ser candidato à eleição presidencial do CR, porque ele seria ficha suja em processo de corrupção quando funcionário da Escola Técnica Federal do Pará, hoje, Instituto Federal do Pará.
Como acompanhei o processo, meio madornento, respondi ao meu interlocutor que o Tonhão não teve nada a ver com o processo, que envolvia um outro remista, que muito ajudou o Leão Azul.
Insistiu o meu receptor: “… tem um processo no tempo da Escola Técnica… tem um processo federal contra o Tonhão, lá… tem que apurar isso aí.”
Apurei, sim! Deixo de ser jornalista esportivo nesta terra, que me deu régua compasso, se o Tonhão é corrupto. Não faço a defesa dele, por fazer, mas por conhecê-lo desde início da década de 80, quando andava pelos corredores do Baenão e presidente do movimento que revolucionou o CR, à época, Frente Jovem Azulina que faziam parte: Orlando Ruffeil, João Braga Filho, Zenaldo Coutinho, Ronaldo Porto, Alberto Menezes, Tom Farias, Paulo Roberto, Toscano e outros que não me vem à memória.
Publico este texto em nome da transparência e da dignidade humana. Ainda tem, sim, gente de boa genética no futebol paraense.
Infelizmente, no futebol da terrinha há quem não possa se olhar no espelho, porque este pode se quebrar…
É o que há!
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