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“TEM DIRIGENTE QUE NÃO SABE FICAR CALADO”

Graciete Maués (TLB), Maurício Ettinger, Roger Aguilera e Fred Cabral (PSC) são dirigentes que prezam pela privacidade.
Não têm surtos de exibicionismos nas redes sociais. Penso que são felizes no silêncio e agem em grupo, mas calados.
Vez por outro, vejo presidente do Paysandu, nos “condomínios” digitais do Clube, agradecendo à torcida pelo apoio.
A busca pelo equilíbrio tem sido a tônica desses dirigentes, que não transparecem exacerbações, nem nos piores momentos dos seus times de futebol. São pessoas maduras e serenas e que não se deixam seduzir pelo poder.
PSC, CR e TLB são “prefeituras” com orçamentos milionários, funcionários a pagar, responsabilidades fiscais e o essencial – a montagem de times de futebol em início de cada temporada.
Antônio Carlos Teixeira, “Tonhão”, que à Frente Jovem Azulina, início da década de 80, aparece nos corredores do Baenão liderando um grupo de adolescentes (filhos de “cardeais”) que, àquela época, Já pensavam num futuro promissor para o Remo.
Tonhão não é “vulcânico; mas não é medroso; não é eufórico e nunca teve pressa pra ser presidente do Clube do Remo.
Agora, aposentado da Advocacia Geral da União (AGU), “Tonhão” se apresenta ao sócio remista, pleiteando o trono azulino, em eleição a ocorrer em 12 de novembro deste ano.
Depois de muita “perseguição”, via “uatizap”, advogado Antônio Carlos Teixeira concede-me entrevista no SHOW DA CIDADE, da Rádio Marajoara, e sem “mememe” (não tem nada a ver com esta nojeira de “mimimi”) – enrolação – anuncia que “quem tem que aparecer é o Clube e não o dirigente”, e arremata: “Tem dirigente que não sabe ficar calado!”
A criação de um Departamento de Inteligência para gerir o futebol, e Catalá é o preferido do candidato líder da chapa “Remo mais forte”.
P.S: Ao ser convidado para um debate no SHOW DE BOLA, Tonhão pediu tempo pra pensar e conversar com seus parceiros.
É o que há!
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