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VIAJANDO NA MAIONESE

Finalmente, Paysandu ganha uma questão na Justiça do Trabalho, em 1º instância.
Joseane de Nazaré Oliveira Cardoso, “Josi”, levada à administração bicolor pelas mãos do ex-presidente Alberto Maia, em 2015, no departamento de segurança do Clube, bateu às portas da 8ª Vara Trabalhista cobrando R$ 527.221,05 (Quinhentos e vinte e sete mil, duzentos e vinte e um reais e cinco centavos).
Não levou uma “ana” e terá que pagar R$ 10.544,42 (Dez mil, quinhentos e quarenta e quatro reais e quarenta e dois centavos) a título de custas processuais.
Maia e Josi, antes do término do mandato daquele, não se cruzavam. Maia tinha aversão a ex-aliada.
Num dos excertos, juiz afirma: “Analisando a inicial se verifica que a reclamante sequer indica qual seria a sua jornada de trabalho, limitando-se a afirmar que ‘extrapolava o horário de trabalho habitual…’”.
Luiz Antônio Nobre de Brito, juiz da 8ª Vara, arremata: “… e julgo improcedente a reclamação trabalhista ajuizada por JOSEANE DE NAZARÉ OLIVEIRA CARDOSO contra o PAYSANDU SPORT CLUB…”
Tendo conhecimento do processo, e consultando advogados trabalhistas, sobre a causa, concluo que o Departamento Jurídico do Paysandu, tendo no trono o advogado Márcio Tuma e assessorado pela banca Jacob e Dib, foi aplicadíssimo na defesa do Papão.
Meu raciocínio: àqueles que pensam em ações milionárias contra o Paysandu – sem fundamento –, repensem pra não “viajarem na maionese”.
PSC tem Departamento Jurídico mil anos.
É o que há!
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