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UNS PREFEREM BARULHO; OUTROS DESCASCAM O OVO

“Política se faz com barulho”, dizem os astutos da política partidária brasileira.
Saudoso Rômulo Maiorana, no auge de O LIBERAL, pelo gabinete do mais famoso e respeitado “Publisher” do jornal de papel, na Amazônia, passavam políticos e empresários de toda cepa, e ele sempre afirmava: “Não se aperta o ovo. Tem que ser de vagarinho, tirando a casquinha”.
Os dois axiomas estão sendo vivenciados por mim nos momentos que antecedem a eleição que elegerá o dono do trono remista, em 12 de novembro.
Sócio azulino Afonso Henrique Rebelo Furtado, simpatizante da candidatura de Marco Antônio Pina, através do advogado Jorge Borba, teve a segunda negativa da Comissão Eleitoral na impugnação da candidatura de Fábio Bentes ao Conselho Deliberativo.
O que me causa espécie é saber que tem gente preocupado com o Fábio Bentes se eleger conselheiro. Se eleito, qual a influência dele junto ao novo Conselho Diretor? Quem souber que responda.
“Perdemos uma, mas ganhamos a mais importante: a Comissão Eleitoral determinou à secretaria do Clube do Remo que disponibilize a relação dos sócios quites com suas obrigações e, portanto, aptos a votarem”, afiançou Borba.
Enquanto Pina e Bentes fazem barulho, Jader Gardeline e Antônio Carlos Teixeira trabalham na forma de se “descascar o ovo”: visitando sócios e mostrando seus planos.
Gardeline sustentando que não precisará de dinheiro de terceiros para aplicar no Remo, porque a instituição é sustentável, e se precisar, com apoio do CONDEL, injetará recursos próprios, porque sua empresa tem solidez financeira.
Ainda na onda do barulho, advogado Jorge Borba garante que acionará a Assembleia Geral do Clube do Remo, com o pedido de impugnação de Fábio Bentes direto ao presidente Daniel Lavareda.
No Hangar, onde passei boa parte da tarde, sentindo cheiro de gente interiorana e de alta potestade do Estado (Festival do Açaí), ouvi que quem quer que seja o presidente remista, a frente do Baenão será vendida para a construção de duas (2) torres de frente para a Almirante Barroso a fim de atender a demanda hoteleira em Belém para a COP-30, em 2025.
“A pacoteira é irrecusável”, informou fonte real.
Outra: “Autoridade foi fotografada com candidato, mas não vota nele”. É mesmo?!
É o que há!
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