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LONGITUDE E LATITUDE

Não há latitude e longitude entre CR e PSC, porque aonde um grita o outro ouve e vice-versa.
Diretoria bicolor faz visita ao ministro Jader Filho, em BSB, e anuncia filiação à LIBRA – Liga do Futebol Brasileiro. Aí tem!
Levado pelo Patrik Castelo Branco pra dentro do HANGAR, na quarta-feira, 25, no Festival do Açaí, saciei minha sede de jornalista em “fonte de água cristalina”.
Alta potestade do Estado do Pará me serve esta água: “Técnicos do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – estão chegando em Belém pra definir com o governador Helder Barbalho valor da “pacoteira” que será liberada pra COP-30, em 2025. O Baenão está na mira. Procura o Fábio Bentes”.
Na sede social azulina, nesta sexta-feira, 27, sou recebido pelo dono do trono leonino que me fez revelações sobre o encontro de segunda-feira, 30, 11h, no TRT-PA da diretoria, advogados, juízes e desembargadores que foram peças fundamentais na quitação do débito trabalhista.
Débito na cível, que está bem adiantada a centralização de todos os processos em uma única vara. “Só depende da presidenta do TJE, desembargadora Maria de Nazaré Silva Gouveia dos Santos, mas há agiota que não aceita parcelamento da dívida conforme proposta do Clube”, informou.
De chofre indago: – Presidente, e às negociações para a construção das duas torres na parte frontal do Baenão?
Sorri (e não tem como tergiversar): – Estão bem adiantadas às tratativas entre governo do Estado, BNDES e iniciativa privada. Há interesse do poder executivo estadual em adquirir a área para construção de duas torres para servir de hotel a fim de atender a demanda na COP-30, em 2025.
Sinto que o presidente pretende se fechar em copa, não querendo “desfiar o fio do novelo”, porque se trata de tema que dependerá do futuro presidente remista, que assumirá o trono no dia 12 de novembro.
“Estou confiante de que o Tonhão seja o vencedor. Saberá negociar para o bem do CR”, sintetizou.
– E o Baenão, como fica, presidente?
– A inciativa privada já manifestou interesse em construir a área da Mercês (cadeiras, camarotes e bares) e, por algum tempo, explorará o local em parceria com o Remo.
Na sede azulina me cruzo com Tonhão, candidato ao trono, e “persigo” sobre às duas torres no Baenão.
“Quem está tratando, Zeca, é o Fábio”. Deu-me um abraço e foi embora.
Deixo sede azulina com a certeza de que longitude e latitude entre CR e PSC estão em grau e medida.
Um, anuncia novo Baenão, e o outro, CT, em Àguas Lindas, e por isso foi a Brasília.
É o que há!
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