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ESPERANÇA
Em mim há Paysandu e Clube do Remo.
Jornalisticamente, vivo em função dessas duas “Locomotivas” do nosso futebol.
Falo e escrevo – não pelo prazer de falar ou escrever, mas pra ganhar dinheiro, honestamente – acreditando na palavra “esperança” às duas instituições, em 2024.
Esperança é amplificar novos rumos; é ver além de um palmo longe do nariz. É acreditar que os erros do passado – que foram muitos – e os fracassos dos nossos dirigentes são para esquecer.
Aos “maquinistas” cabem às responsabilidades de construírem fundações sólidas para que, em 2024, os times de bicolores e leioninos nos deem satisfações. Que tenham folego gato!
Vejo que os dramas de bicolores e remistas são os mesmos: montagens dos elencos de futebol.
Contratações, penso, serão de fato concretizadas ao final da série B, para o Paysandu, e para o Remo após dia 12 de novembro quando conheceremos o dono do trono.
Meu fino leitor: minha inquietação reside nas formações dos elencos, porque os dirigentes não deverão pensar em formar um time para o PARAZÃO e outro às séries B e C. Não entregarem às chaves dos cofres para executivos desonestos.
Bicolores buscam formatar estrutura para alicerçar fisicamente o elenco; candidatos remistas mostram propostas e batem de porta em porta voto dos eleitores.
Jader Gardeline, Chapa 30, fez festa no Ver-o-Peso, e não abre mão de afirmar que “tem empresa sólida e que não precisará de dinheiro de parceiros para emprestar ao Remo”.
É o que há!
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