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“OBRIGADINHO”, BOLERADA

Meio da tarde, início de noite, de sexta-feira, 3, desacelerei em uma das salas de eventos da “catedral” Mangueirão.
Mangueirão é autossustentável. Agenda lotada até março de 2024.
Ninguém pega em dinheiro: a “baba” é depositada na conta geral do Estado. Num tempo não distante, o arrendamento era pago em envelope nas mãos de representantes da secretária, hoje deputada federal. O MP está com flecha apontada para a ladina.
Meu fino leitor, volto ao tema da minha desaceleração: desopilei por algumas horas diante de mesa farta, cercado de uma bolerada bonita, feliz, bem encaminhada na vida e contando “causos” do tempo de atletas, inclusive da decepação do “bichado” Diego Ivo, quando viu a máquina que condena “músculo velho” no Sport Recife. Lá ele não “roubou”. Aqui o Paysandu é “safado” e tenta “roubar” o Remo.
Seria bom que Diego Ivo tivesse coragem de chamar de “safado” para o bandido-presidente- corrupto que não o pagou. A instituição Paysandu não tem nada a ver.
Comi, bebi, relaxei por algumas horas na roda com Leandro Rodrigues, Alon Cavalcante, George Lucas, Adson, Nivaldo Santos, Ronaldo Carvalho, Arlen Tiago, Genilson e o dono do trono da arena Mangueirão, Maurício Bororó.
Esvaziei a mente. Ouvi. Sorri e atentei para as palavras do patrono do Futebol Clube Pará, o empresário-investidor, Leandro Rodrigues: “Desses 1.300 jovens inscritos no nosso ‘saite’, e que já iniciaram a “peneirada”, 4 atravessarão o Atlântico em dezembro: 2 para a Europa e 2 para os Emirados Árabes, e, em 2025, o nosso time estará na primeira divisão do Paraense. Eu tenho lógica, porque fui jogador, treinador e conheço o mercado da bola”, garantiu Leandro.
Para a apresentação do elenco, Leandro pensa em um torneio com Tuna, Remo e Paysandu. “Dependerá da data disponível do Mangueirão e dos diálogos com os presidentes dos 3 grandes”, pontuou.
Na minha saída, um boleiro me falou: “Tudão, Diego Ivo é uma docilidade de pessoa. Errou em chamar o Paysandu de safado. Falou besteira. Grande no tamanho e grandeza na humildade”. “Obrigadinho!”
Sorri! No carro refleti: o bom humor é parte essencial das nossas vidas.
É o que há”
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