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BASTA! ERRAMOS MUITO!

Fred Cabral, vice-presidente de gestão do PSC, no DEDO DE PROSA, foi mordaz em afirmar que “voluntariado não compete com o profissionalismo”.
Em outras palavras: a praga da abnegação no comando das “locomotivas” do nosso futebol.
Paysandu contratou o CEO (Chief Executive Officer – em tradução livre: Diretor Executivo), André Alves, que está na Curuzu trabalhando para transformar o Clube em modelo de gestão de sucesso. “Eu gostaria de passar o dia inteiro debatendo com alguém que pensa em voluntariado em Clube. Não cabe mais”, desafiou Cabral.
Na sequência do programa, o dinâmico Cabral revelou que 2023 foi ótimo para o Papão, pois os planos foram sacramentados: acesso à B; construção de um campo no CT, e até janeiro de 2024, o segundo será inaugurado, mas a visão, agora, é a profissionalização da gestão do Paysandu Sport Club.
Definitivamente, penso que a diretoria alviceleste é ousada e vaidosa. Ousada em afirmar que o trabalho, em 2024, é para chegar à A, em 2025; vaidosa, porque talvez seja o “pecado favorito” da administração Maurício Ettinger.
Explico: no filme Advogado do Diabo, de 1997, que assisti no Olímpia, Al Pacino encarna o diabo e apela para a vaidade do advogado: “Definitivamente, a vaidade é o meu pecado favorito”.
Toda vaidade é cara, dizia Miguel Alexandre Pinho. Se o Paysandu deseja dá um salto, na plutocracia futebolística, tem que pagar a vaidade, contratando profissionais competentes, aplicados e honestos.
O momento de plenitude do programa foi a revelação de que o Paysandu fecha a temporada com superávit de 400 mil reais.
Através de “uatizap”, recebo mensagem de texto do psicólogo Jairo, diretor do Hospital de Clínicas do Pará: “Abnegação é o pior erro de um clube. Fui abnegado do Remo por 8 anos…”
O momento em Belém é de reflexão sobre o modelo de gestão que se aplica nos nossos clubes.
Futebol é um jogo de erros. Basta! Já erramos muito!
É o que há!
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