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A VULGARIDADE DO MAL

Em Belém, homens sem escrúpulos sonham (e conseguem) comandar clubes e federações.
Todos pensam no prestígio, de forma súbita, que o futebol alcança. São cínicos.
Muitos fingem que não vêem, mas quem vive antenado com o mundo esportivo da terrinha, viu que a CBF passou uma semana em Belém e o presidente Ednaldo Rodrigues não foi à Casa do Futebol. Tudo foi acordado com a SEEL – Secretaria de Esporte e Lazer. Bororó é mil anos.
A eleição azulina está fervendo nos bastidores. “Do pescoço pra baixo é canela”, ironizou o ótimo advogado Jorge Borba.
A plenos pulmões às acusações de “bandido”, “mau-caráter”, “marginal”, “não vale porra nenhuma” e vídeo mostrando trambique estão rodando em grupos de “uatizap”.
Bem antes, tentaram manchar a honra do Tonhão. Não conseguiram.
Jader Gardeline deveria renunciar, porque teve o peito de dizer que “tem empresa sólida…”
Nesta nova ordem do futebol paraense o “mal está despindo o manto da banalidade” e identifico que homens vaidosos, ladinos, zé da boquinha, “camafeu”, individualistas mostram seus ids malévolos pensando no fortalecimento da corrupção quando dono do trono e ainda mais: pensando nos seus próprios bolsos.
Na minha conversa com candidato Marco Pina lembrei a ele a filosofia do “Advogado do Diabo”, de Al Pacino (1997): “Definitivamente, a vaidade é o meu pecado favorito”.
Só conheci um homem que reconhecia publicamente sua vaidade: “Eu pago minha vaidade”, dizia Miguel Alexandre Pinho.
Muitos homens precisam controlar suas vaidades, principalmente os cínicos corruptos, ladinos e espertos que vivem no futebol paraense.
Clube do Remo não merece passar pelo que está passando. Os sócios têm a obrigação de fazer leitura de quem tem passado e presente dignos.
Chega de cartola! Remo precisa de gestor que seja inovador para que o Filho da Glória e do Triunfo em breve possa ser – como já foi – destaque no cenário nacional. E respeitado!
Clube é paixão. “Futebol”, também, “é paixão. Com frequências estas paixões podem influenciar na hora de tomar decisões”, pontua Ferran Soriano em A BOLA NÃO ENTRA POR OCASO.
É o que há!
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