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VAIDADE ABSOLUTA

Seleção canarinho dá xabú, mas o Fluminense está entre os melhores do mundo.
É contrassenso!
No momento em que a seleção canarinho acumula recordes e tabus negativos ao comando de Fernando Diniz, o Fluminense é indicado ao prêmio de melhor time do mundo.
Tricolor carioca está entre os 19 times que concorrerão ao prêmio de melhor onzena do mundo, de 2023, em evento organizado pela Globe Soccer Awards, concorrendo com potências como Bayern de Munique, Real Madrid, Barcelona, Manchester City, PSG, Juventus, Milan e tantos outros…
Por que o “dinizismo” dá certo no Fluminense e não decola no elenco canarinho? Eis a questão!
Futebol é um jogo de erros, definiu Johan Cruijff, e a Canarinho erra muitos passes pelo meio-campo e laterais. Não tem tempo para treinar e formar o conjunto para que os atletas joguem coletivamente.
Penso que Diniz, na seleção, é refém de empresários de atletas.
Em qualquer time de futebol a qualidade técnica do jogador está além da sabedoria do técnico e do seu esquema tático.
A função do técnico é de orientar, dá condições para que o atleta, em campo, desempenhe seu papel, fazer fazendo, ou seja: jogando o que sabe.
No tricolor carioca, os jogadores de meio-campo pensam – Ganso, André, Jhon Kennedy – e jogam sob batuta e as linhas são compactas.
Na seleção, o meio-campo é disperso. Os laterais são ruins que dói!
Fluminense, Palmeiras e Bragantino são times que têm alma, técnica, inteligência coletiva e a lucidez dos seus “professores”.
A Canarinho, em campo, é um amontoado: é jogo do breu – cada um faz o seu. Sofre de anemia profunda!
No Fluminense, Diniz administra vaidades dos seus comandados;
na seleção é diferente: ela é absoluta.
É o que há!
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