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“ANNUS MIRABILIS”

Indagaram-me por que o Congresso Técnico do PARAZÃO/ foi realizado em Salinas, que não fede e nem cheira em termos de futebol?
– Não sei, sabendo: todo corrupto, traficante, “camafeu”, bicheiro são jactanciosos. A opulência é a marca dos ladinos, que são tribalhistas e se refestelam promovendo rega-bofes, mas, no fundo, fortalecem o cinismo e a imagem do corrupto.
Em nome do futebol se promove novos parceiros a título da modernização. É difícil não desconfiar do caráter de quem tem antecedentes criminais na justiça federal. Um é bandido; dois, três formam bando.
Para Federação Paraense de Futebol, 2024 será um “annus mirabilis”. Tomara que seja.
Estratégias inovadoras, gestões proficientes inspiradas no futebol paraense para que seja competitivo, vitorioso e que erros sejam minimizados nas contratações dos jogadores.
Que a “vaidade não seja o pecado favorito” dos cabotinos; que “eu ganho, tu ganhas… nós ganhamos” passe longe dos nossos clubes nos momentos de fecharem contratos com os atletas sarados e não “bichados”.
Remo e Paysandu estão em campo e prefiro silenciar quanto as “carradas” que chegarão em Baenão e Curuzu.
Da série B de 2024, o Paysandu será o “patinho feio” da competição.
Ao contratar executivo Papellin, Remo mostra força financeira e não medirá esforços para montar elenco competitivo. É questão de honra!
Papão, na B, terá pela frente, Coritiba tem “pacoteira” milionária e é SAF; América-MG sem dívidas e tem “baba”; também sem dívidas, o Goiás tem “bala na agulha”, e, por último, possivelmente, o Bahia que é SAF e os investidores não pouparão dinheiro.
Os paulistas Novorizontino, Mirassol, Guarany, Botafogo, Ituano e Ponte Preta disputarão o regional mais competitivo em 2014, o Paulista, e serão fortes concorrentes.
Se querem ter futuro em 2024, Remo e Paysandu terão que disponibilizar de “pacoteiras” milionárias para bancarem elencos de primeira grandeza.
Às excelências estão nos executivos: de um lado, Papellin com passado e presente cristalinos e a credibilidade no mercado da bola; Ari Barros, nem tanto.
É o que há!
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