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IMPULSOS INDESEJÁVEIS

Ando questionando Deus por que sou assim…
Então, perdão pelo que expressarei nestas linhas.
Gosto de ir ao aeroporto de Belém pra ver gente diferente e curtir o exíguo espaço amazônico que há no corredor: o chafariz.
Mas, também, sinto-me bem sentindo o cheiro do novo Mangueirão, onde cheguei cedo, 7h30, desta quarta-feira, 13, para assistir ao RE-PA feminino, que infelizmente, não gostei do futebol “pezeta”, com as atletas quebrando a bola, mas o Remo, menos ruim, meteu 3 a 0 e conquistou o tricampeonato.
Tanto dentro como fora, às linhas arquitetônicas do nosso estádio sempre me encheram a alma de prazer, embora, no passado não muito distante, criticava a sua antifuncionalidade.
Atualmente, a “Catedral” disponibiliza de dois (2) camarotes para autistas, mas, infelizmente, a liberdade individual depende da ordem intelectual, psicológica e de bom senso de quem é bonito (a), mas que lhe falta a sensibilidade de zelo pelo bem público. Dói fundo vê gente elegante sem princípios.
Algumas pessoas se revoltam com a ruindade do seu time e se vingam nas cadeiras. É caráter! Conhece-se a árvore pelo fruto…
Entre olhares de prazer e de soslaio, curto, vejo e ouço boato de que Nícolas volta à Curuzu, em 2024; No Baenão, Tonhão não quer “peru” (nem conselheiros, beneméritos e grandes beneméritos), e pra completar os vice-presidentes da FPF não se apresentam…
De ambas às partes, os impulsos são indesejáveis, inclusive nas cadeiras.
É o que há!
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