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A LÍNGUA MAIS FALADA

A língua mais falada no mundo é a “línguagem à toa”.
Com advento das redes sociais, a cada instante recebemos mensagens anódinas e precisamos “filtrar” a linguagem, principalmente no futebol.
Desde quinta-feira, 14, que a boataria corre solta dando conta de que o Flamengo não mais jogará em Belém, pelo carioca, contra o Sampaio Correa.
Fontes governamentais dizem que o jogo está confirmado pela Federação Carioca e que o rubro-negro poderá fazer outros jogos no Mangueirão.
Então, tá legal!
Falar por falar se fala – e como se fala – que na administração Tonhão, no CR, há quem não se firmará, porque o dono do trono azulino é ele – somente ele.
Xô peru!
Mentiras? Bobagens? Nada de concreto, porque o processo corre em segredo de justiça, na 12ª Vara Cível Empresarial de Belém, sobre milhões que o PSC terá que pagar ao empresário Luiz Henrique, àquele que em 2012 pagou R$ 700 mil reais pelos direitos econômicos do lateral Pikachu, hoje no Fortaleza, e que parte do dinheiro foi depositada em conta bancária de uma senhora, porque o PSC tinha créditos bancários bloqueados, à época.
Silêncio total dos advogados! Fonte real me diz que decisão judicial foi prolatada condenando o Paysandu a pagar uma senhora “pacoteira” ao empresário Luiz Henrique.
Boca de siri!
Todo dia, toda hora, chegam a mim centenas de palavras sobre a malquerença entre o impostor da Federação Paraense de Futebol e os dois vice-presidentes, que não se cruzam em eventos, mas negam desavenças.
Eles não pisam o mesmo caminho em busca de recursos para financiar às competições amadoras da Casa do Futebol.
“Ninguém deve construir seu império sobre a ruína do império dos outros, porque Deus não erra alvo”. Um dia ele aperta o gatilho e o embusteiro se arrebenta.
Este axioma não é linguagem à toa.
É o que há!
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