Uncategorized
SEM ESTRUTURA E SEM FUTURO

Todos que estavam no Souza, na tarde de quarta-feira, 27, viram o sofrimento do jovem lateral-direito Melqui, 19, do Carajás.
10 minutos do segundo tempo, Melqui dá um pique para fazer a marcação e de repente leva a mão direita no posterior da coxa e cai.
Tuna e Carajás decidiam a vaga à final do campeonato sub-20 contra o Paysandu, e a Águia venceu de 2 a 1, mas o jovem Melqui deixa o campo desolado, sentindo dores sem que ninguém o confortasse.
O Carajás foi uma das grandes sacadas do empresário Luiz Omar, que o vendeu para um “baludo” empresário sedidado em Parauapebas, e que para lá transferiu a sede do Pica-pau, mas pelo que vi falta estrutura médica.
Tecnicamente, Tuna e Carajás fizeram um jogo sem atrativo individual e evidenciou-se a pobreza de estrutura e de jogadores que possam servir o próprio elenco de profissionais da Tuna, com exceções do camisa 10, Gabriel, 1.56 cm (“Piquixito”) e do centroavante Gabriel Cunha, o Babi, 1.92 cm, 18 anos.
Segundo informações reais, diretoria da Tuna cedeu a um clube português 60% do percentual dos direitos econômicos do atacante “Babi”, que embarcará para Lisboa dia 4 de janeiro.
A incoerência e a falta de mentalidade no futebol de base do Pará passam pela Federação Paraense de Futebol que pretende realizar mil jogos, em 2024, mas não oferece estrutura e “tudo é pago pelos filiados”, voz corrente na arquibancada de concreto da Vila Olímpica.
É o que há!
![]()
