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“BRASIL ESCAPOU FEDENDO”

Ednaldo Rodrigues volta forte ao trono da Confederação Brasileira de Futebol – CBF!
“Decisão corajosa e acertada do ministro Gilmar Mendes, do STF. Corajosa, por ter interesses de muitos pela CBF; acertada, porque a justiça não pode interferir em temas administrativos da CBF”, concluiu advogado Marco Antônio Pina.
PCdoB – Partido Comunista do Brasil –, PGR – Procuradoria-Geral da República (Paulo Gonet) e AGU – Advocacia Geral da União (Flávio Roman) se uniram em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) e buscaram através do Supremo Tribunal Federal – STF – suspender decisão da justiça do Rio de janeiro, que afastou Ednaldo Rodrigues do comando da CBF desde o dia 7 de dezembro do ano passado.
Ministro Gilmar Mendes canetou favorável aos entendimentos de Paulo Gonet (PGR) e Flávio Roman (AGU), que em seus argumentos pleitearam “a suspensão dos efeitos dos acórdãos proferidos pela ação pública”.
Gilmar Mendes determinou a “imediata restituição dos cargos aos dirigentes eleitos na Assembleia Geral da CBF realizada em 23 de março de 2022 até que o STF se manifeste definitivamente sobre o processo…”, sentenciou.
“Brasil escapou fedendo, porque a FIFA não concordou com a nomeação de José Perdiz de Jesus, presidente do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), como interventor, mas sim a nomeação do vice-presidente mais velho da entidade, assim, foi um gol aos 45 do segundo tempo, pois o prazo para a inscrição do Brasil no torneio pré-olímpico encerrará no dia 05.01.24 e a inscrição não seria aceita pela FIFA com outra pessoa respondendo pela CBF por determinação judicial. É que a FIFA não vê com bons olhos essas interferências externas no futebol que ela organiza. Com a decisão do Ministro Gilmar Mendes, o Brasil foi salvo na bacia das almas. Que venham novos tempos”, opinou advogado Ruy Mendonça.
Por aqui, um ladino torcia pela queda do Ednaldo, porque sonha em ser um dos vice-presidentes da CBF, inclusive “dedurando” governador Helder Barbalho, mas o “homem não late, morde”. É mesmo?!
É o que há!
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