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LISO, MAS ÓTIMO GESTOR E HONESTO

Não é preciso ter dinheiro para ser bem sucedido presidente de clube brasileiro.
Basta ser honesto, competente gestor e credibilidade.
Marcelo Paz, presidente do Fortaleza, não é milionário, mas é probo e tem a confiança de todos que o cercam, porque pensam no futuro da instituição.
Ninguém pode ser vitorioso em qualquer atividade da vida se não paga o que deve, se anda aplicando o “mememe” nos outros, se é corrupto, que só pensa no próprio bolso.
E muitos desses “estupradores” ainda vivem no futebol brasileiro, vendendo e comprando clubes, vendendo terreno da União e se dando bem na vida e arrotando honestidade.
Hoje, PSC, CR e TLB estão em mãos de pessoas que honram os compromissos financeiros e planejam uma “nova ordem” para às “locomotivas”.
Mas, precisam ter olhar atento para os atletas que formam às bases dos clubes.
No extremo Norte brasileiro, o professor Edielson Souza (foto) faz no Esporte Clube Macapá o que fez Marcelo Paz no Fortaleza: “Depois de dirigentes desonestos quebrarem o Clube, perdendo patrimônio na justiça, e há 3 anos estamos recuperando o time financeiramente; estamos atuando nas divisões de bases, e jogando de igual para igual com o Santos-AP, e na Copinha desponta Deyveson, que dificilmente ficará em Macapá”, revelou Edielson no programa Show da Cidade, da Rádio Marajoara.
Dando demonstração de gratidão, professor Edielson me mandou um textinho: “Agradeço a atenção e o destaque do nosso trabalho na radio Marajoara de Belém do Pará e no seu blogue. O Macapá já lançou muitos jogadores para o futebol mundial e outra ‘joia’ está no foco dos olheiros internacionais. Este reconhecimento não tem preço e deve ser valorizado por nós, profissionais, que escolhemos trabalhar no Norte do Brasil. Obrigado, José Maria Trindade”.
Nas décadas de 60 e 70, o Esporte Clube Macapá mandou para PSC e CR os jogadores: Albano (zagueiro), Aldo (lateral-direito) e Bira (atacante).
Meia-atacante Deyveson, 20 anos, deve ser a redenção financeira do Azulino Amapaense.
É o que há!
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